Poucas horas antes de Brasil e Argentina se enfrentarem na noite desta terça-feira em Belo Horizonte, o técnico da seleção peruana concedia entrevista coletiva em Porto Alegre. Focado no duelo com o Chile, o argentino não esconde a torcida pelo seu país natal como um dos finalistas.
“Claramente, gostaria que fosse a Argentina. São duas das melhores seleções não só daqui, mas no mundo. Não se pode esperar nada (do jogo)”, declarou o treinador.
Sobre o confronto com os chilenos, que são os atuais bicampeões do torneio, o técnico mostrou confiança em seu elenco e falou que a parte psicológica está longe de ser um problema.
“Somos fortes, enfrentamos grandes seleções que futebolisticamente têm recursos. A respeito da questão anímica, é uma parte forte da equipe. Neste aspecto não estamos preocupados. Consideramos que é um ponto que não possa nos preocupar”, afirmou.
“Nós formamos este grupo em situações difíceis. Sempre foram mais dúvidas. Não nos formamos no que pensam os demais e sim no que nós pensamos. É inevitável que opinem sobre nós, o que me interessa é o que nós pensamos de nós mesmos. Também temos claro o nível de seleção que enfrentamos e a posição que alcançamos. Temos grandes possibilidades”, declarou.
Gareca ainda evitou comparações com a semifinal entre as duas seleções em 2015, quando os chilenos conseguiram a classificação e, na sequência, ficaram com o título. “Não há paralelos com aquele momento”.
Os peruanos irão encarar a seleção chilena nesta quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.
