Em 13 de junho de 2015, o São Paulo bateu a Chapecoense por 1 a 0, em Chapecó, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. O gol foi de Souza, hoje no Fenerbahçe, e o técnico Juan Carlos Ozorio colocou em campo os seguintes jogadores: Rogério Ceni; Bruno, Rafael Tolói, Dória e Reinaldo (Alexandre Pato); Hudson (Wesley), Souza, Thiago Mendes, Michel Bastos e Carlinhos (Auro); Luís Fabiano.
Três anos depois, após bater o Vasco por 2 a 1, no Morumbi, pela 17ª rodada do Nacional, o time tricolor voltou ao topo da tabela. Doze dos 35 pontos conquistados na competição chegaram nas últimas cinco partidas, todas jogadas após a Copa do Mundo. Cinco jogos suficientes para colocar na pedra um novo quarteto ofensivo que tem dado o que falar: Nenê, Rojas, Everton e Diego Souza.
Somados, os quatro participaram de 7 gols nessas cinco partidas e fizeram o São Paulo passar o Flamengo, que era o líder isolado desde a sétima rodada do campeonato.
Rojas foi a última peça a chegar. Jogava no Talleres, da Argentina, e pertencia ao Cruz Azul, do México. Assinou contrato de dois anos durante a Copa do Mundo, à custo zero.
Éverton foi contratado no meio de abril, entre a primeira e a segunda rodada do Brasileirão. Para contar com o atacante, o São Paulo pagou a multa rescisória do atleta ex-Flamengo, de R$ 15 milhões, para ter 100% de seus direitos econômicos.
Nenê e Diego Souza chegaram no começo do ano. Em janeiro, o tricolor paulista anunciou o meio campista ex-Vasco em um acordo com o atleta e o clube. A equipe carioca devia R$ 1,5 milhão para ele, e as três partes da negociação toparam ficar responsáveis por R$ 500 mil para fechar o negócio. Já Diego estava no Sport e custou R$ 10 milhões. Teve começo difícil, mas se encontrou com Aguirre e suas novas companhias no ataque.
Números pós-Copa
Rojas fez seu primeiro gol contra o Vasco, na partida que garantiu a liderança ao time. Além do tento, o equatoriano já deu duas assistências. Uma em sua estreia, para Éverton contra o Flamengo, e outra para Diego Souza, contra o Cruzeiro.
Éverton marcou duas vezes, contra Flamengo e Cruzeiro, e deu a assistência para Trellez marcar contra o Vasco.
Diego Souza contribuiu com dois gols nesse período. O primeiro foi contra o Grêmio. O outro, contra o Cruzeiro.
Já Nenê, que vem chegando um pouco mais recuado, não marcou. Apesar de ficar eternizado por sua chapada, deu assistência para o gol de Anderson Martins contra o Corinthians, o primeiro na vitória por 3 a 1.
