Os argentinos mais supersticiosos podem se apegar a uma incrível coincidência para acreditar no bicampeonato da Copa América.
Caso vença a Colômbia na final deste domingo (14), às 21h (de Brasília), em Miami (EUA), a atual campeã do mundo e do continente tentará dar continuidade a uma sequência que dura incríveis 16 edições do torneio
Isso porque, desde 1983, há uma tradição na Copa América: equipes que conquistam dois títulos consecutivos são interrompidas por um outro campeão na terceira tentativa e assim por diante até os dias atuais.
Tudo começou quando o Uruguai foi o campeão de 1983 e também da edição seguinte, em 1987. Coube ao Brasil interromper a sequência celeste em 1989, em uma final no Maracanã justamente contra os uruguaios.
Para aumentar a "tradição", a própria Argentina ganhou os dois campeonatos seguintes, em 1991 e 1993. Na edição de 1995, o Uruguai ergueu o troféu no lugar dos argentinos.
Depois, a seleção brasileira emendou dois títulos, em 1997 e 1999. Poderia ser pentacampeã seguida, já que ganhou também em 2004 e 2007, mas viu a Colômbia, em 2001, garantir o título e manter a coincidência.
O tri brasileiro foi impedido pelo Uruguai, em 2011, enquanto o Chile sagrou-se bi em 2015 e 2016. O título seguinte ficou com o Brasil, em 2019, para depois a Argentina ganhar a taça em 2021.
Se a tradição for respeitada, o time de Lionel Messi será o campeão no domingo e se isolará como a maior vencedora da Copa América, com 16 conquistas. Mas a Colômbia terá a missão de estragar essa sequência.
