Milan anuncia acordo e é vendido a fundo norte-americano por R$ 6 bilhões

Em comunicado oficial, o Milan anunciou o acordo nesta quarta-feira (1)


Atual campeão italiano, o Milan passará por uma importante mudança fora de campo para a próxima temporada. Nesta quarta-feira (1), o clube italiano anunciou que foi adquirido pelo fundo norte-americano RedBird Capital Partners.

Em um acordo de mais de R$ 6 bilhões com o fundo Eliott, atual proprietário rubro-negro, o grupo norte-americano passa a ser acionista majotirário. O contrato foi assinado nos últimos dias por Gerry Cardinale, sócio-fundador da RedBird, que comemorou o anúncio.

"Estamos honrados em fazer parte da ilustre história do Milan e empolgados em desempenhar um papel no próximo capítulo do clube, ao retornar ao seu lugar de direito no topo da Itália e Europa. Quero agradecer a Gordon Singer e toda a equipe Elliott pelo tremendo trabalho que fizeram nos últimos quatro anos na reconstrução do Milan e devolvê-lo ao seu devido lugar no topo da Serie A."

"A filosofia de investimento e o histórico da RedBird mostrou que os clubes de futebol podem ser bem-sucedidos em campo e sustentáveis ​​​​fora - estamos ansiosos por uma parceria de longo prazo com o clube, sua equipe administrativa e os torcedores do Milan em todo o mundo para continuar impulsionando o clube nos próximos anos", completou.

A RedBird é um fundo de ações norte-americano que gerencia por mais de 6 bilhões de dólares, cerca de R$ 28 bilhões, de investimentos de diversos setores, como bens de consumo, tecnologia, esporte, servições financeiros e telecomunicações.

De origem italiana, Gerry Cardinale tem uma fortuna avaliada em 1 bilhão de dólares (R$ 4,7 bilhões). Além do Milan, a empresa é dona de 85% do Toulouse, recém-promovido à Ligue 1, e de 10% da empresa que controla a maioria das ações do Liverpool.