Um dos jogadores mais vaiados pela torcida do PSG, Georginio Wijnaldum lamentou as manifestações: 'A gente esperava, mas é triste'
Eliminado nas oitavas de final da Champions League em uma virada histórica do Real Madrid, o Paris Saint-Germain encontrou um ambiente hostil no Parque dos Príncipes. Jogando dentro de casa neste domingo (13) diante do Bordeaux, o time parisiense viu os torcedores vaiarem a equipe desde o aquecimento.
E os mais 'perseguidos' foram Lionel Messi e Neymar, criticados logo no anúncio de escalação e a cada toque na bola após o início da partida.
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Houve ainda os protestos nas arquibancadas cobrando as saídas de nomes no clube como do presidente Nasser Al-Khelaïfi, do diretor esportivo Leonardo, do técnico Mauricio Pochettino e do meio-campista holandês Georginio Wijnaldum.
“Sim, é muito complicado, bem difícil (manter o foco no jogo). Geralmente os torcedores nos apoiam, mas hoje não, depois do que aconteceu na Champions. A gente esperava, mas mesmo assim é triste. Gostaríamos de ter outra coisa (por parte da torcida), mas é a situação em que nos encontramos agora”, disse o holandês após o fim do primeiro tempo.
Mesmo com a bronca dos torcedores do PSG, alguns jogadores escaparam das manifestações. Entre eles o lateral Achraf Hakimi e, claro, Kylian Mbappé.
