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O fim de uma era: como Mundial de basquete pode ser última chance de 'geração NBA' do Brasil

Anderson Varejão, Leandrinho, Marquinhos, Alex Garcia, Marcelinho Huertas...

Para o fã do basquete brasileiro, os cinco nomes acima simbolizam uma era da seleção nacional. Mas a realidade é que esta geração, que já não tem Nenê e Tiago Splitter, está chegando ao seu fim. E a Copa do Mundo de 2019, que começa no domingo, 1º de setembro, na China, pode ser o último grande torneio deste grupo.

Alex é o mais velho deles. Aos 39 anos e agora jogador do Minas, ele disputará seu 5º Mundial com a seleção brasileira. Além disso, foram duas participações em Jogos Olímpicos.

Leandrinho, um dos brasileiros que mais se destacaram na história da NBA, deixou os EUA para jogar no NBB em 2017. Aos 36 anos, ele esteve nos mesmos grandes torneios que Alex, seu novo colega de Minas.

Varejão e Huertas também têm 36 anos de idade. O pivô é mais um exemplo de sucesso no basquete norte-americano, enquanto que o armador construiu boa parte de sua carreira na Europa.

Por último, Marquinhos, o mais jovem da geração, completou 35 anos em 2019 e já multicampeão com o Flamengo, caminha para sua reta final na seleção brasileira.

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Se quiserem ter a chance de mais uma grande competição, os cinco têm uma missão difícil pela frente: classificar o Brasil para a Olimpíada de 2020. São sete vagas em disputa no Mundial da China, mas apenas duas delas são destinadas aos melhores times das Américas - sendo que, ao que tudo indica, um deles será a seleção dos EUA.

Se não conseguir a vaga no Mundial, o Brasil terá sua última chance em 2020, durante o Pré-Olímpico, onde quatro torneios de seis equipes cada serão disputados - e apenas o campeão de cada torneio vai para Tóquio.

Seja como for, a Copa do Mundo de 2019 pode ser uma marca histórica na seleção brasileira. O fim de uma geração e a passagem de bastão para Didi, Yago, Caboclo e cia.