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CBF faz 'promessa' e tem plano para que a seleção 'mude rota' e faça mais jogos no Brasil

Contrato com a empresa que organiza amistosos da seleção acaba em dezembro deste ano


A CBF quer aproximar a seleção brasileira realizando mais jogos em território nacional. Foi o que garantiu Ednaldo Rodrigues, presidente da entidade, no relatório de gestão apresentado na última terça-feira (19) a federações e clubes. Nem que para isso tenha que ''mudar de rota'' a partir do próximo ano.

O atual contrato com a Pitch Internacional, empresa que organiza os amistosos do Brasil desde 2012, expira em dezembro deste ano, colocando a CBF diante de um cenário crucial para definir a política de amistosos a partir de 2023.

"Os atletas e a comissão técnica adoram jogar no Brasil. Mas também, por força de um contrato que está vencendo agora em 2022. Se tiver que ser renovado ou ser feito outro, vai ser em um outro modelo, que não seja esse de que a seleção só tem que jogar fora. A seleção tem que se identificar com o brasileiro para que o Brasil e os torcedores possam estar sempre próximos aos seus ídolos", disse Ednaldo ao Uol.

A equipe de Tite terá jogos na Coreia do Sul, Japão e Australia, em junho. Depois, em setembro, jogará nos Estados Unidos. Antes disso, os amistosos anteriores organizados ela Pitch aconteceram em novembro de 2019, quando a seleção enfrentou aArgentina na Arábia Saudita e a Coreia do Sul nos Emirados Árabes.

Como ainda tem partidas para disputar, além da Copa do Mundo do Qatar, que começa em novembro, a CBF não tem pressa para definir o futuro dos contratos dos amistosos.

"A CBF ainda não foi procurada para discutir a renovação. O contrato termina em dezembro. A CBF pode discutir a renovação ou ter outros horizontes nos quais a seleção não possa ser tão sacrificada'', complementou Ednaldo.