Olimpíadas: Abner ativa modo sincerão após perder na semifinal do boxe e ficar com bronze: 'Estou p***'

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Olimpíadas de Tóquio: Bia Ferreira supera Rhaykona Kodirova por decisão unânime e garante medalha para o Brasil (1:22)

O brasileiro Abner Teixeira não resistiu ao favoritismo do cubano Julio la Cruz, que foi medalha de ouro na Rio-2016 no peso meio-pesado, e perdeu nas quartas de final do boxe até 91kg nas Olimpíadas de Tóquio-2020.

La Cruz, que subiu de categoria para esta Olimpíada, dominou o combate e venceu por decisão majoritária dos jurados de 4 a 1.

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Como o boxe não tem disputa de terceiro lugar, os pugilistas que avançam às semifinais já garantem ao menos o bronze na disputa.

Mas Abner demonstrou não estar completamente contente com a sua medalha de bronze. "Vai ser meio chato eu falar isso na TV, mas eu estou puto, né? Ninguém gosta de perder, o que está destacando pra mim é o simbolo da derrota. Eu treino, trabalho pra não acontecer, mas ser medalhista eu estou bem feliz, é o que eu tinha proposto a fazer, é a realização de um sonho", disse o pugilista, à TV Globo.

"Não pensava tão alto assim e falar que queria ser medalhista. Ganhar uma medalha no maior evento do mundo é muito significativo", completou.

Com este resultado, o Brasil terá três medalhas no boxe em Tóquio-2020. São elas: Abner Teixeira (até 91kg), Bia Ferreira (60kg) e Hebert Sousa (75kg).

Bia Ferreira e Hebert Sousa ainda disputam a semifinal nas suas categorias, podendo ganhar a medalha de prata ou até ouro.

Esse resultado iguala a melhor Olimpíada do boxe brasileiro, que em Londres-2012 também ganhou três medalhas (dois bronzes e uma prata).

Na decisão da medalha de ouro, o cubano enfrenta o russo Muslim Gadzhimagomedov, que venceu o neo-zelandês David Nyika.