Presidente do Corinthians crava valor para vender Yuri Alberto e diz do que dependerá renovação de Memphis

Osmar Stabile, presidente do Corinthians, concedeu entrevista à Rádio TMC, e atualizou a respeito da situação de Yuri Alberto. No último dia 14 de maio, o atacante disse logo após uma partida do Timão, que tinha o desejo de sair do clube na janela de transferências do meio do ano.

Além de reforçar seu desejo de sair do Corinthians, Yuri Alberto deu indícios de que um caminho a se seguir seria o futebol italiano. À TMC, Stabile cravou o valor pelo qual aceita negociar os 45% dos direitos econômicos que tem do atacante. “O Yuri foi induzido ao empresário para falar aquilo”, iniciou.

“O Yuri é um menino bom, está sempre sorrindo. O mais importante do jogador é manter o ímpeto de correr e ajudar os companheiros; ele nunca deixou de participar, sempre chegava exausto, então a gente via uma dedicação muito grande”.

“O que talvez possa ter acontecido foi algo de empresário. Vai continuar conosco, tenho certeza absoluta”, explicou. O Corinthians detém 45% dos direitos do atleta, sendo outros 50% pertencentes ao Zenit, da Rússia, e os cinco restantes que são do empresário André Cury.

“Não tem, não (chance de vender o Yuri). O Corinthians tem um percentual, um valor estipulado por esse percentual: 20 milhões de euros. Se vier, a gente libera. Se não quiserem, podem pagar a multa rescisória, também”, cravou o presidente do Corinthians.

Atualização sobre Memphis Depay:

De olho em um novo contrato com o Corinthians até a Eurocopa de 2028, Memphis Depay prometeu ao Timão que daria um “desconto” considerável nos valores que embolsa mensalmente para seguir no Parque São Jorge, segundo o próprio presidente Osmar Stabile.

“O Memphis sempre falou que faria um desconto. Esperamos que ele passasse um valor que dá para chegar para ver se temos condições. O Corinthians, hoje, tem problemas financeiros, temos que resolvê-los. Tem as despesas do feminino, da base… o custo é muito alto. A tendência é diminuir a dívida até o final do ano”.

“Vai depender muito dele. Não depende tanto do Corinthians, depende o que ele vai oferecer para gente para saber se conseguimos fazer (o negócio) ou não. O Corinthians deve um valor e precisamos negociar. É um direito que ele adquiriu e não vai abrir mão. A gente tem que pagar para ele de uma forma ou de outra”, explicou.