Neste domingo, às 21h40 (de Brasília), Philadelphia Eagles e Minnesota Vikings se enfrentam, com transmissão da ESPN e do WatchESPN, para definirem quem será o representante da NFC no Super Bowl LII.
De acordo com o Football Power Index, da ESPN, os Eagles carregam o favoritismo, tendo 59,1% de chance de jogar no dia 4 de fevereiro. Mas nas bolsas de apostas de Las Vegas a história é diferente.
Como o FPI leva em consideração as estatísticas da temporada, Carson Wentz ainda é fator favorável aos Eagles. No “sentimento” daqueles que colocam dinheiro neste jogo, os Vikings vão jogar o Super Bowl em casa, levando um favoritismo por três pontos.
O histórico das duas equipes, contudo, faz com que seus torcedores prefiram olhar as estatísticas que apontam o rival como favorito. Isso mesmo, todos querem ser azarão.
Os Eagles já eram apontados como “zebra” no domingo, quando acabaram eliminando o Atlanta Falcons com uma vitória por 15 a 10, fazendo que alguns jogadores comemorassem com máscara de cachorro, fazendo uma alusão ao termo “underdog”.
Desde 1966, esta foi a quarta vez em que o torcedor do Philadelphia Eagles viu o time jogar uma partida de playoff em casa com o adversário sendo apontado como favorito, e em todas as ocasiões os anfitriões comemoraram no fim.
Já para Minnesota, a história de ser apontado como favorito jogando fora de casa na pós-temporada só aconteceu uma vez desde 1966. E não terminou nada bem.
Em 2000, a equipe de Minneapolis venceu 11 jogos na temporada regular, tendo perdido a primeira apenas na semana 9. Depois de vencer os Saints no divisional, como nesta temporada, eles foram até Nova York para encarar os Giants apontados como favoritos por 2,5 pontos.
O quarterback Daunte Culpepper, em seu segundo ano, ficou muito longe de repetir o desempenho da temporada regular, completando 13 dos 28 passes tentados, acumulando 78 jardas e três interceptações. O resultado foi a vitória dos Giants por 41 a 0.
