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Ex-Palmeiras e Corinthians descobriu que foi artilheiro da Libertadores por e-mail

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Relembre gols de Anselmo, ex-Palmeiras, contra o Caxias, na Série B de 2003 (0:20)

Centroavante fez parte do elenco que conquistou o acesso à primeira divisão (0:20)

Hoje aposentado dos gramados, Márcio Miranda Freitas Rocha da Silva carrega o mesmo apelido de quando começou a carreira, em 1996, no Athletico-PR: Marcinho. Com passagens por Corinthians e Palmeiras, o habilidoso meia já viveu muitas glórias e situações inusitadas.

Quando atuou pelo Palmeiras, por exemplo, chegou até a ser artilheiro da Copa Libertadores.

O problema é que nem ele mesmo ficou sabendo, e só foi descobrir depois, graças a um e-mail que recebeu de uma de suas patrocinadoras.

"Fui artilheiro da Libertadores, mas poucos sabem disso. Quase que nem eu fiquei sabendo (risos)! Só tomei conhecimento porque meu empresário me ligou porque recebeu um e-mail dos representantes da Adidas, que era minha patrocinadora, pedindo para entramos em contato com o número da minha conta para eles fazerem o pagamento de um prêmio. Eu perguntei: 'Prêmio do que?'", conta o meia e dirigente, em entrevista ao ESPN.com.br.

Foi aí que o empresário revelou: ele havia terminado aquela edição da Libertadores empatado na artilharia com vários outros jogadores que haviam feito cinco gols, como Fernandão, do Internacional, Nilmar, do Corinthians, e Aloísio "Chulapa", do São Paulo, além de alguns gringos. Mesmo assim, Marcinho embolsou o bônus da Adidas.

"Eu acabei nem contabilizando meus gols, porque saímos cedo da competição [o Palmeiras foi eliminado nas oitavas de final] e tinha certeza que alguém ia me passar, então nem me toquei. Mas não vou negar que foi uma surpresa muito boa (risos)", diverte-se.

Depois do Palmeiras, ele passou por Cruzeiro, Kashima Antlers-JAP, Atlético-PR, Al-Ahli-SAU, Ponte Preta, Red Bull Brasil, Ituano (inclusive ganhando o Paulistão de 2014). Seu último time havia sido a Cabofriense, no Campeonato Carioca deste ano.

Antes disso, havia passado com sucesso por Paulista de Jundiaí e São Caetano, e também teve um período, esse com menos brilho, no Corinthians. Dos tempos de Parque São Jorge, porém, guarda boas histórias, principalmente ao lado de Vampeta.

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"Fui vice-campeão brasileiro pelo Corinthians em 2002, o time era muito bom. Nos rachões, tinha uma rivalidade muito engraçada. O 'Vamp', que era do meu time, dava um bicho para a gente ganhar do time do Rogério (risos). O Vampeta divertia todo mundo e pagava uma grana, tipo uns R$ 10, pra gente vencer. Era só risada", recorda


*Matéria publicada originalmente no dia 30/05/2015