Mesmo em menor número na semifinal do Mundial de Clubes contra o Real Madrid, a torcida do Paris Saint-Germain se fez notar durante a goleada que a credenciou para a decisão deste domingo no MetLife Stadium.
Era de se esperar que a boa atuação acontecesse outra vez para "inflamar" os Parisiens rumo à conquista do torneio.
No entanto, a grande final diante do Chelsea não saiu como os "ultras" - a organizada deles - esperavam: um show dos Blues no primeiro tempo e título para os ingleses na nova competição da Fifa.
Talvez intimidados pela maciça presença dos torcedores do Chelsea, os Parisiens não empolgaram durante a etapa inicial, nem dentro tampouco fora de campo.
Os gols de Cole Palmer "esfriaram" ainda mais os franceses, enquanto os fãs dos Blues imitavam a comemoração do meia inglês quando eram flagrados pelas câmeras espalhadas pelo estádio.
Havia também torcida organizada para Moisés Caicedo: o meio-campista levou muitos conterrâneos equatorianos para a final, e a cada boa jogada recebia uma grande ovação das arquibancadas.
No lado do PSG, os torcedores se entreolhavam em busca de explicações para o "atropelo" recebido pelos comandados de Luis Enrique.
No segundo tempo, mesmo com o placar adverso, os ultras resolveram cantar, aproveitando que o time de Paris atacava exatamente no gol em que eles estavam posicionados.
Os fãs do Chelsea não se fizeram de rogados e já gritavam 'olé' no começo da etapa final. A festa estava apenas começando.
O placar continuou inalterado, e os milhares de torcedores do Chelsea cantaram muito mais alto no apito final com o título inédito para a prateleira em Stamford Bridge.
