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Arábia Saudita tenta tirar Messi e Benzema de PSG e Real Madrid numa tacada só, diz jornal

Messi e Benzema durante jogo entre PSG e Real Madrid, pela Champions League GABRIEL BOUYS/AFP via Getty Images

Segundo o jornal As, a Arábia Saudita prepara um plano para ter Lionel Messi, do PSG, e Karim Benzema, do Real Madrid, ao mesmo tempo em sua liga a partir da próxima temporada.

De acordo com o veículo, o país do Oriente Médio entende que "rechear" o Campeonato Saudita de craques é a melhor estratégia para conseguir tornar a nação uma das sedes da Copa do Mundo 2030.

Para o Mundial de 2030, a Arábia Saudita tentará uma candidatura conjunta com Turquia e Grécia, que deve ser a principal concorrente de Portugal-Espanha-Marrocos e de Argentina-Uruguai-Chile-Paraguai.

"No Oriente Médio, Cristiano Ronaldo foi apenas a primeira peça da caçada saudita, que iniciou uma ofensiva forte para ficar com a Copa de 2030. A ideia é fazer a contratação das grandes estrelas da Champions", revelou o As.

A situação mais "fácil" é a de Messi, que, como mostrou a ESPN recentemente, não renovará seu contrato com o Paris Saint-Germain e deixará o clube.

Livre no mercado, o argentino tem proposta do Al Hilal para atuar na Arábia Saudita, com um salário insuperável.

Já a situação de Benzema é mais complicada, já que o atleta tem cláusula de renovação automática por ter vencido a "Bola de Ouro", o que garantiria mais um ano para o francês no Santiago Bernabéu.

No entanto, o jornal espanhol afirma que, até o momento, o veterano não assegurou sua camiseta com a sequência merengue, já que, aos 35 anos, ele vê na ambição saudita a chance de fazer seu último "pé-de-meia" antes da aposentadoria.

A ideia da Arábia Saudita, aliás, é vista como uma espécie de "imitação" do que fez o Qatar para levar a Copa de 2022.

O pequeno país investiu na contratação de vários "embaixadores", como Xavi, Zinedine Zidane e David Beckham, para melhorar sua imagem internacional, o que ajudou na hora de angariar votos das nações filiadas à Fifa.

No caso saudita, foi ainda firmado um acordo de cooperação com a CAF (Confederação Africana de Futebol), prometendo investimentos no futebol africano em troca do apoio dos 54 países do continente na hora da votação.