De acordo com o jornal Olé, há "grandes dúvidas" se o Scaloni permanecerá em seu cargo na Argentina
Segundo o jornal Olé, "há grandes dúvidas" sobre a continuidade de Lionel Scaloni como técnico da seleção da Argentina.
Campeão da Copa do Mundo no último domingo (18), o treinador "gostaria de permanecer". No entanto, Lionel "quer um projeto" e "também melhoras salariais para ele e sua comissão técnica".
Em setembro deste ano, o presidente da AFA (Associação de Futebol Argentino), Claudio "Chiqui" Tapia, anunciou em suas redes sociais que Scaloni teria o vínculo ampliado até o Mundial de 2026.
No entanto, o Olé afirma que o papel jamais chegou a ser animado, e, de acordo com o veículo, os termos voltaram a ser discutidos pelas partes.
O diário salienta que a questão econômica é realmente o grande entrave no momento para que Lionel dê o "sim" à AFA.
"Será uma negociação importante tanto do ponto de vista monetário quanto do conceitual, e sem um resultado final assegurado", reportou o Olé.
De acordo com o jornal Sport, Scaloni ganha apenas o 7º maior salário entre os 32 treinadores da última Copa do Mundo.
O veículo afirmou que o argentino recebe um pacote anual de 2,6 milhões de euros (R$ 14,27 milhões, na cotação atual).
Ele fica muito longe, por exemplo, de europeus como o alemão Hansi Flick, o inglês Gareth Southgate e o francês Didier Deschamps.
Scaloni também estava situado atrás do brasileiro Tite, que faturava 3,6 milhões de euros (R$ 19,76 milhões) por ano na seleção.
O Olé ainda aponta que o fato da família de Scaloni seguir morando na Europa é outro fator que atrapalha as conversas de renovação com a Argentina.
"Se o aspecto econômico será um tema complexo de revoltar, fontes também disseram que há outras coisas que se somam: [...] a família de Scaloni, que esteve com ele no Qatar, vive em Mallorca, na Espanha, e isso é algo que ele leva em conta. No momento, apenas seus irmãos e pais seguem morando na Argentina", destacou.
