Segundo o jornal Marca, o Barcelona terá uma injeção de 330 milhões de euros com a venda de direitos de televisão
Na próxima semana o Barcelona terá uma injeção de dinheiro importante para seguir se reforçando na janela de transferências europeia. Segundo informações do jornal espanhol Marca, os catalães embolsarão cerca de 330 milhões de euros (R$ 1,78 bilhão, pela cotação atual) com a venda dos 15% restantes dos direitos de televisão junto à empresa Sixth Street.
No fim do mês de junho, o Barça já havia conseguido 207,5 milhões de euros (R$ 1,1 bilhão) com venda de uma fatia de 10% dos direitos de televisão junto à mesma empresa. O dinheiro será de extrema importância para os catalães, que poderão seguir investindo em reforços para a temporada 2022/23.
Com a verba, o Barcelona também ganhará um respiro no que diz respeito à folha salarial do time. Agora, para cada euro que entrar outro sairá. Até então, o clube precisava liberar 4 para que 1 entrasse. O presidente do clube, Joan Laporta, teve extrema importância para que este acordo fosse costurado.
A diretoria do clube catalão pretende utilizar o dinheiro para amenizar a sua crise econômica, vide a enorme dívida contraída pelo Barça, e também para trazer novos reforços. E o primeiro deles pode ser Robert Lewandowski, do Bayern de Munique.
Também ainda estão na mira nomes como os laterais Marcos Alonso e César Azpilicueta, ambos do Chelsea, além do zagueiro Jules Koundé, do Sevilla, e do meia-atacante Bernardo Silva, do Manchester City. Este último, porém, é considerado o mais complicado, uma vez que os Citizens desejam no mínimo 90 milhões de euros (R$ 487,8 milhões) para liberar o português.
Até o momento, o Barcelona já acertou as contratações do meio-campista Franck Kessié, ex-Milan, do zagueiro Andreas Christensen, ex-Chelsea, e do atacante Raphinha, ex-Leeds United. Os dois primeiros chegaram de graça após não renovarem com os seus ex-clubes, enquanto o brasileiro custou algo em torno de 60 milhões de euros (R$ 327 milhões), segundo antecipou a ESPN.
