'Volta, monstrinho': Marlon já revelou desejo antigo de retorno ao Fluminense e recebia mensagens diárias de torcedores

Marlon Santos em visita ao CT do Fluminense em 2022 Mailson Santana/Fluminense FC

Chegou o dia. Neste sábado (25), às 16h (de Brasília), Marlon Santos voltará a vestir a camisa do Fluminense atuando no Maracanã em sua reestreia contra o Santos, pela 17ª rodada do Brasileirão. Apesar de concretizado somente nesse momento, o desejo pelo retorno do zagueiro é antigo – tanto da torcida quanto do próprio jogador.

Em entrevista ao ESPN.com.br em novembro de 2020, quando ainda atuava pela Sassuolo, Marlon já falava na sua vontade de voltar ao Flu e fazer história pelo clube. E revelou que recebia mensagens de torcedores pedindo o seu retorno.

“Sem sombra de dúvidas. Penso em voltar, atuar, em deixar meu nome marcado na história do clube, é um desejo que eu tenho no meu coração. E continuo recebendo mensagens, algumas até de vozes dizendo: ‘Volta, monstrinho’. Me sinto muito feliz com esse carinho da torcida e espero um dia voltar e trazer alegria para os torcedores”, disse.

O zagueiro de 27 anos subiu para o time profissional tricolor em 2014, onde seguiu até julho de 2016, quando se transferiu para o Barcelona B. Pelo clube carioca, foram 69 partidas disputadas.

Em seu período no clube, Marlon dividiu vestiário com Fred, ídolo tricolor e atualmente dirigente da equipe. E o defensor guarda boas lembranças do ex-atacante.

“Ele sempre exerceu bem esse papel de líder. É um líder dentro e fora de campo. E ele sempre brincava com a gente de dois toques, peteleco, comigo, Scarpa, Gerson, Kennedy, mas quando tinha que jogar ele exercia muito bem essa liderança. É uma referência, para mim, ajudou muitos jovens quando estavam subindo. Foi um cara que nos abraçou, nos deu muita moral e nos ajudou muito, também”, afirmou.

Depois de deixar o Fluminense, além de vestir a camisa do Barcelona, Marlon defendeu Nice, Sassuolo, Monza e Shakhtar Donetsk, clube que ainda possui seu passe. O camisa 4 retorna ao Tricolor por empréstimo de um ano graças ao mecanismo criado pela Fifa para atletas que atuam em clubes da Rússia e da Ucrânia por conta dos conflitos no local.

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