Como guerra influenciou ida de Artur Jorge ao Cruzeiro após negócios frustrados com brasileiros

Os conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio foram decisivos para Artur Jorge acertar a ida ao Cruzeiro. O treinador português foi anunciado pelo clube mineiro no último dia 22.

A guerra fez o futebol do Qatar, onde o técnico trabalhava no Al Rayyan, paralisar por alguns dias.

O comandante ficou preocupado com a situação, mesmo com o Qatar não estando diretamente envolvido nos conflitos. Ele passou a mensagem aos seus intermediários e avisou que, se recebesse proposta do Brasil, gostaria de ouvir.

O Cruzeiro, que indicou o pagamento da multa rescisória ao Al Rayyan, conseguiu fechar a contratação.

A Raposa já havia tentado contar com o treinador no fim do ano passado, antes de Tite. O rival Atlético-MG foi outro que tentou levar Artur Jorge. As negociações não avançaram à época por conta da multa alta e também pelo fato de que o português não queria sair.

Antes do início da guerra, Artur Jorge indicava que tinha vontade de um dia voltar ao Brasil, mas mantinha postura de permanecer no Oriente Médio.

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