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De CR7 e Messi dominantes a veteranos com a seleção: 6 recordes da história das Copas que podem ser quebrados no Qatar

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Carrasco do Brasil no 7 a 1, Klose superou Ronaldo Fenômeno para se tornar o artilheiro histórico das Copas (0:32)

Copa do Mundo do Qatar começa no dia 20 de novembro; fique por dentro de tudo com a ESPN (0:32)

Torneio no Qatar pode ter uma série de marcas quebradas por jogadores e seleções ao longo dos 64 jogos


Principal torneio de futebol do planeta, a Copa do Mundo possui uma série de marcas históricas de seleções, jogadores e países-sede. No Qatar, muitos números estarão em jogo.

Algumas são mais recentes, como a artilharia histórica de Miroslav Klose. Outras já perduram por décadas, como o último bicampeonato consecutivo de uma seleção.

Restando seis dias para o início do Mundial, o ESPN.com.br decidiu listar 6 recordes que poderão cair nos estádios do Qatar quando a bola rolar.

*Conteúdo patrocinado por Pilão, Motorola Edge, ArcelorMittal e Sicredi

Dupla de rivais em pantão de lendas

Messi e Cristiano Ronaldo são contemporâneos na disputa por Bolas de Ouro e nas edições de Copa do Mundo. Os dois iniciaram suas caminhadas com seus países na Alemanha, em 2006.

Agora, a dupla de rivais históricos chegará junta em sua quinta Copa, chegando ao recorde histórico de mais edições disputadas por um jogador.

Essa marca, porém, não é exclusiva de CR7 e Leo. Os mexicanos Antonio Carbajal (1950, 1954, 1958, 1962, 1966) e Rafa Márquez, o alemão Lothar Matthäus (1982, 1986, 1990, 1994, 1998) e o italiano Gianluigi Buffon (1998, 2002, 2006, 2010, 2014) são os outros nomes que lideram este ranking. O último, inclusive, ficou próximo de se isolar na classificação, mas não conseguiu se classificar com a Itália em 2018.

CR7 maior que Eusébio

O camisa 7 demorou, mas conseguirá bater uma marca impressionante de Eusébio. Até hoje, o 'Pantera Negra' é o maior artilheiro de Portugal em Copas, com os 9 gols marcados na edição de 1966.

Apesar de já ter disputado outras quatro edições, Cristiano teve início lento quando o assunto é balançar as redes. Em 2006, 2010 e 2014, o craque só consguiu marcar uma vez em cada campanha.

Na Rússia, porém, CR7 mostrou sua face artilheira logo na estreia, quando conseguiu um hat-trick contra a Espanha. Com mais um gol no jogo seguinte, ele soma 7 bolas nas redes, podendo quebrar mais um recorde por sua seleção.

A artilharia máxima de Miroslav Klose

Na Copa do Mundo masculina, ninguém marcou mais gols do que o alemão Miroslav Klose. O eterno camisa 11 nunca foi um primor técnico, mas dominava a arte de balançar as redes.

O centroavante foi artilheiro em somente uma edição, em 2006, quando jogou em casa com a Alemanha, mas soube 'distribuir' sua pontaria. Foram 5 gols em 2002 e 2006, 4 em 2010 e mais 2 em 2014, quando superou Ronaldo justamente contra a seleção brasileira.

Em 2022, um compatriota pode retomar a ponta da artilharia: Thomas Müller. Com 10 gols marcados, o camisa 13 é o jogador em atividade mais próximo de Klose (e já é presença confirmada no Qatar).

'Voa, Canarinho! Voa!'

Daniel Alves e Thiago Silva já quebraram recordes no momento em que foram convocados. O lateral-direito é o jogador mais velho a ser chamado pela seleção brasileira em uma Copa, com 39 anos, enquanto o zagueiro de 38 é o sétimo atleta a disputar um quarto Mundial com a Canarinho.

Agora, caso entrem em campo, os dois podem quebrar outra marca com a Amarelinha: o de mais velhos a jogarem a competição pelo Brasil. Atualmente, o recorde é dividido por Djalma e Nilton Santos, ambos tendo atuado com 37 anos.

Resta saber se os dois conseguirão entrar em campo, com Dani reinando sozinho, ou se Thiago será o único a ultrapassar a lendária dupla de laterais.

Messi reinando sozinho

Falando em reinar, Lionel Messi está acostumado em vestir coroas na cabeça. Na Argentina, já é o maior artilheiro e jogador com mais jogos. Agora, está na hora de ele liderar as duas estatísticas em Mundiais.

Com 19 partidas disputadas, ele ultrapassará Maradona, que possui 21, já na fase de grupos, estando absoluto no topo e podendo ampliar sua vantagem caso siga avançando com o país.

Em número de gols, outras quatro lendas (Batistuta, Maradona, Stábile e Kempes) estão a sua frente. Mas ele precisa de mais 5 bolas nas redes para ultrapassar as 10 de Batigol.

O primeiro 'bi' em 50 anos

Na história da Copa, somente dois times conseguiram ganhar duas edições seguidas: a Itália, em 1934 e 38, e o Brasil, em 1958 e 62.

Agora, a França é uma das grandes favoritas a se sagrar campeã novamente, quebrando um tabu que já dura 50 anos. Para isso, porém, uma marca negativa também terá que ser quebrada.

A última campeã mundial europeia a conseguir se classificar na fase de grupos foi a Alemanha em 1994. De lá para cá, foram quatro detentoras da taça que não conseguiram ultrapassar o estágio.