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Dono do Chelsea explica tática inusitada para contratar reforço: 'Se o City queria, eu também queria'

Todd Boehly, líder do consórcio que assumiu o Chelsea em 2022, revelou um bastidor curioso sobre uma de suas primeiras decisões à frente do clube.

Em entrevista ao jornal francês L’Équipe, o dirigente admitiu que não entendia de futebol quando desembarcou em Stamford Bridge — e que usou o interesse do Manchester City como termômetro para investir em Marc Cucurella.

"Fiquei preso como diretor esportivo interino durante todo o verão, sem a menor ideia do que definia um bom jogador de futebol. Mas eu sabia que se o Manchester City queria Marc Cucurella, eu também o queria. Era simples assim", disse.

A operação custou 65 milhões de euros, aproximadamente R$ 400 milhões na cotação atual, em uma negociação que chamou atenção à época pelo valor elevado para um defensor que havia se destacado no Brighton.

A aposta, ao menos até aqui, se mostrou acertada. Cucurella soma 148 partidas com a camisa do Chelsea, com nove gols e dez assistências. No período, conquistou a Conference League e o Mundial de Clubes, torneio no qual ganhou notoriedade no Brasil pelos duelos contra Flamengo, Palmeiras e Fluminense.

Boehly explicou ainda que, após a aquisição do clube, delegou o comando do departamento de futebol a Paul Winstanley e Laurence Stewart, assumindo papel de proprietário. O empresário também é coproprietário do Los Angeles Lakers, da NBA, e do Los Angeles Dodgers, da MLB.

Dentro de campo, o momento atual é de oscilação. O Chelsea é o sexto colocado da Premier League, com 45 pontos, seis atrás do Aston Villa, que abre o G-4.

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