Guilherme Arana, do Atlético-MG, conquistou a Bola de Prata como o melhor lateral-esquerdo do Campeonato Brasileiro
O ano de 2021 será inesquecível para Guilherme Arana. Tudo começou no dia 11 de abril, quando a esposa do atleta, Gabriela, deu à luz ao primeiro filho do casal: Guilherme Arana Júnior. E, com a ajuda do "amuleto", o jogador do Atlético-MG terminou o ano pai, campeão mineiro e do Brasileirão, medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio e com o seu segundo troféu do Prêmio ESPN Bola de Prata Sportingbet de melhor lateral do país.
Não demorou para o "Araninha" cair nas graças da torcida do Galo. O filho do lateral nasceu horas depois de uma derrota para o Cruzeiro, ainda pelo Campeonato Mineiro, e logo se transformou em amuleto da sorte para os torcedores.
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Entre o nascimento de Araninha e o dia 30 de maio, o Atlético-MG ficou 12 jogos invicto, o que garantiu o título estadual e a vaga nas oitavas de final da Libertadores. Assim, uma torcida famosa por suas superstições não hesitou em ‘adotar’ o novo torcedor.
"A torcida do Galo brinca que ele é o amuleto da sorte. Eu não tinha a dimensão do que era ser um pai. Todo mundo falava que era a melhor coisa do mundo. Depois que meu filho nasceu, eu passei a saber melhor sobre isso. Estou muito feliz. O que importa é lá na frente, quando ele crescer, ele ver as minhas conquistas e ter orgulho do pai dele", disse Arana em entrevista à CBF TV.
Em meio à sequência invicta, o lateral também recebeu outra grande notícia: foi convocado para a seleção olímpica. Com a camisa do Brasil, Arana ajudou a equipe a conquistar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio e realizou o sonho de ser campeão com a amarelinha.
Após voltar do Japão, seguiu sendo peça fundamental para o fim do jejum de 50 anos do Galo no Brasileirão. Fundamental no ataque atleticano, com um gol e cinco assistências, e ainda evoluiu na parte defensiva para formar a defesa menos vazada da competição.
O atleta havia conquistado o prêmio no Campeonato Brasileiro de 2020 e, com o bi, mantém uma hegemonia do Galo na posição: das últimas 7 edições, o clube levou a Bola de Prata de lateral-esquerdo em 4 oportunidades. Além das duas de Arana, Douglas Santos venceu em 2015 e Fábio Santos no ano seguinte.
"Toda camisa que eu vestir eu quero fazer história. É um ano muito abençoado. Campeão olímpico, campeão mineiro, agora o Brasileiro. O Galo depois de 50 anos voltar a conquistar esse campeonato, para mim eu já entrei para a história. Esse é o meu objetivo de ser ídolo de clubes onde eu passar, e aqui não é diferente".
E o torcedor atleticano não espera nada diferente: que Arana – e Araninha – se tornem cada vez mais ídolos!
