Depois de disparar palavras fortes sobre o Barcelona, Matías Messi, irmão de Lionel Messi, pediu desculpas em seu Instagram aos torcedores do clube, afirmando que tudo não passou de uma brincadeira com amigos.
Matías disse que jamais pensaria algo ruim a um clube do tamanho do Barça, além de dizer que a Catalunha é o segundo país de sua família.
"Quero me justificar pelo que disse nas redes sociais, só estava com meu filho e amigos fazendo uma brincadeira. Como vou pensar isso de um clube tão grande como o Barcelona e sua história, que deu muito à minha família e ao Leo. Para nós, a Catalunha é a nossa segunda casa e isso é do conhecimento público. Sinto muito e peço desculpas a todos, especialmente aos torcedores do Barcelona", escreveu.
O irmão do craque do PSG e da Argentina, ao ser questionado sobre um possível retorno ao Barça, salientou que, para que isso tenha alguma possibilidade de ocorrer, uma "limpeza" grande deveria acontecer nos bastidores blaugranas.
A medida mais extrema seria a saída do atual presidente do Barça, Joan Laporta, que é considerado pela família Messi como o responsável pela saída do atacante para o Paris, em 2021.
"Não vamos voltar ao Barcelona. E, se o fizemos, vamos fazer uma boa limpeza. Entre as medidas, mandaríamos embora o Joan Laporta, que se mostrou um ingrato com tudo o que Messi deu ao Barcelona", disparou.
"Ninguém conhecia o Barcelona antes de Messi. Só conheciam o Real Madrid. Que te paguem dessa forma não é nada legal", criticou.
Matías ainda criticou a torcida barcelonista por não ter lutado mais pela permanência de Messi.
"As pessoas não ajudaram. Eles tinham que ter saído para fazer um protesto, uma marcha, algo assim, para que fosse embora o Laporta e ficasse o Messi", afirmou.
"Os catalães são traidores. Minha mãe disse ao Lionel uma vez: 'Vão te tratar da mesma maneira que trataram o Ronaldinho'", complementou.
Onde assistir a Villarreal x Barcelona?
Villarreal x Barcelona, pela 21ª rodada de LaLiga, terá transmissão ao vivo pela ESPN no Star+, no próximo domingo (12), às 17h (de Brasília).
