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Por que Atlético-MG escolheu Felipão após flertar com europeu e trabalhou em 'operação relâmpago' por acerto

O técnico Luiz Felipe Scolari e jogadores do Atlético-MG Pedro Souza/Atlético | Ryan Pierse - FIFA/FIFA via Getty Images

O Atlético-MG oficializou Luiz Felipe Scolari, de 74 anos, como técnico da equipe para a sequência da temporada. E o que fez os mineiros escolherem Felipão, que estava aposentado da profissão e ocupando o cargo de diretor técnico no Athletico-PR, para a vaga de Eduardo Coudet?

Segundo apurou a ESPN, a confiança em Scolari foi o ponto de partida para escolher o substituto para o argentino. A cúpula mineira considera a experiência do comandante como algo fundamental para o Atlético-MG neste momento turbulento.

O vasto currículo do brasileiro e toda a sua trajetória fizeram a diretoria preferi-lo na disputa com o português Bruno Lage, que também foi procurado. No entendimento do clube, um treinador estrangeiro precisaria de um tempo de adaptação, algo que poderia colocar em risco o planejamento da equipe para este segundo semestre de 2023.

Com Felipão, essa questão seria simplificada pelo conhecimento do técnico no futebol brasileiro. A tendência é de que o comandante da seleção no penta em 2002 seja treinador em um primeiro momento, mas depois assuma um cargo na coordenação de futebol do Atlético-MG, assim como aconteceu com ele no Athletico-PR, clube onde estava trabalhando. Tal projeto ajudou a convencer o comandante.

O Atlético tem uma partida decisiva no dia 27 de junho, contra o Libertad, no Paraguai, pela última rodada da fase de grupos da CONMEBOL Libertadores, e já contará com Scolari para o compromisso, que definirá a vida dos atleticanos na principal competição do continente.

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