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Bayern reduz salário de cinco estrelas que se recusaram a vacinar contra a COVID-19

Clube alemão fará valer da lei aprovada pelo governo alemão que autoriza a redução salarial proporcional aos dias de quarentena de empregados que não se vacinaram


Uma nova lei aprovada pelo governo da Alemanha autoriza a redução de salários de funcionários não vacinados que percam dias de trabalho por não estarem vacinados. E o Bayern de Munique fará valer da medida.

No clube alemão, cinco jogadores não tomaram as doses - ou a dose única - da vacina contra a COVID-19 e podem ter seus salários reduzidos.

São eles: Joshua Kimmich, Serge Gnabry, Jamal Musiala, Eric Maxim Choupo-Moting e Michael Cuisance.

E quatro deles entraram em quarentena. Em comunicado oficial, o clube alemão informou que Serge Gnabry, Jamal Musiala, Eric-Maxim Choupo-Moting e Michael Cuisance entraram em contato com uma pessoa que testou positivo. Sendo assim, terão os salários reduzidos.

Já Joshua Kimmich, que não faz parte dos isolados, é um dos protagonistas do clube em relação a não-vacinação. O volante, que também atua pela lateral-direita, afirmou que não se vacinaria porque não sabe dos resultados a longo prazo do imunizante.

O medida autoriza as empresas reduzirem os salários dos funcionários de acordo com o número de dias que os mesmos se ausentem do trabalho por conta do isolamento da quarentena.

O estado da Baviera, onde Munique se localiza, planeja instaurar a obrigatoriedade da vacina para conter o avanço de uma nova onda do coronavírus no país.