São Paulo pagará R$ 3,1 milhões por empréstimos de Calleri e Neves e acerta valores para compra futura

As iminentes contratações de Gabriel Neves e Jonathan Calleri custarão US$ 600 mil (R$ 3,1 milhões) aos cofres do São Paulo. Os valores foram acertados pelo time do Morumbi com os respectivos empresários e clubes nas últimas horas.

Uruguaio e argentino fecharam contrato de empréstimo com o Tricolor até dezembro de 2022. Cada operação custará US$ 300 mil, o que equivale a pouco mais de R$ 1,5 milhão na cotação atual. Somados, portanto, os negócios superam a barreira de R$ 3 milhões.

A principal diferença é em relação a valores para compra, também previstos em contrato. Se quiser ficar com Gabriel Neves, que acabou de fazer 24 anos, o São Paulo terá que pagar US$ 1,7 milhão ao Nacional, do Uruguai. O valor hoje representa R$ 8,84 milhões, mas deve mudar de acordo com o câmbio da época.

Já uma contratação em definitivo de Calleri, que completará 28 anos em 23 de setembro, custará US$ 3 milhões ao time do Morumbi, o equivalente a R$ 15,6 milhões hoje em dia.

Há outro detalhe com relação ao argentino xodó da torcida: se o atacante receber uma oferta superior a US$ 6 milhões (R$ 31,2 milhões) a partir de meados de 2022, o São Paulo terá que pagar 30% do valor, ou US$ 1,8 milhão (R$ 9,36 milhões) para ficar com ele.

Já está tudo certo para que eles sejam anunciados nas próximas horas. Gabriel Neves já está em São Paulo, após comprar a passagem aérea do próprio bolso, e passa pela bateria de exames tradicional antes de ser oficializado como reforço. O volante de 24 anos era desejo antigo de Hernán Crespo, que o indicou no começo da temporada.

Calleri ainda está na Europa, na cidade de Pamplona, onde assina digitalmente o contrato com o São Paulo, ao lado de seus empresários. O clube paulista aguarda também o aval do Deportivo Maldonado para dar o negócio como 100% fechado.

Vale lembrar que ambos precisam ser registrados até meia-noite de segunda (30) para terça (31), prazo-limite para o fechamento da janela de jogadores do exterior no Brasil. Por isso o São Paulo corre para agilizar a documentação de ambos, que só poderão atuar no Campeonato Brasileiro.