A transferência oficializada pelo Benfica, na última terça-feira, do brasileiro Caio Lucas para o Al Sharjah, dos Emirados Árabes Unidos, vai aliviar o caixa do clube português. Os Encarnados vão economizar 7 milhões de euros, cerca de R$ 43 milhões, com os salários do atacante, que tinha contrato até junho de 2024.
Caio Lucas foi contratado pelo Benfica em janeiro de 2019 depois de se destacar no Mundial de Clubes defendendo o Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos. Na competição, inclusive, o brasileiro estragou o sonho do River Plate de disputar a final contra o Real Madrid.
Na ocasião, o River Plate vencia o Al Ain por 2 a 1 quando Caio Lucas marcou o gol de empate, levando a decisão para os pênaltis. O clube árabe levou a melhor sobre os argentinos e ficou com a vaga na final, sendo vice-campeão.
Com passagem pela base do São Paulo, Caio Lucas se profissionalizou no futebol japonês pelo Kashima Antlers. Sem render o esperado no Benfica - marcou um gol em 11 jogos - defendeu o Al Sharjah por empréstimo nas últimas duas temporadas.
Depois de investir pesado para a temporada 2020/21 e não conseguir resultados expressivos, o Benfica decidiu realizar uma limpa no elenco. Além de Caio Lucas, o clube da Luz acertou as saídas de outros quatro jogadores - Franco Cervi, Nuno Tavares, Pedrinho e Pedro Pereira - e recebeu 35,5 milhões de euros, cerca de R$ 212 milhões.
Por outro lado, o Benfica oficializou apenas dois reforços modestos até aqui: o lateral-esquerdo Gil Dias, ex-Famalicão, e o atacante brasileiro Rodrigo Pinho, ex-Maritimo.
