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Paulinho, ex-Corinthians e Barcelona, rescinde na China e fica livre; veja possíveis destinos

O volante Paulinho se despediu do Guangzhou Evergrande, da China, neste domingo. O jogador emitiu uma nota em seu "Instagram" agradecendo o clube que defendeu desde 2015, com exceção da temporada 2017/2018. O ex-volante de Corinthians e Barcelona, de 32 anos, não joga desde novembro de 2020 e está livre no mercado.

Segundo o "ge", ele recebeu sondagens do Galatasaray (Turquia) e do Red Bull Bragantino, além de times de Espanha, Emirados Árabes e Arábia Saudita. A intenção do jogador seria que o clube chinês aceitasse um empréstimo, o que não aconteceu.

Na China, Paulinho disputou 172 jogos, marcou 74 gols e conquistou oito títulos nacionais. O jogador citou a pandemia como o grande fator que gerou sua “despedida antecipada do clube”, já que seu contrato vencia no fim de 2022.

Paulinho deixou o Corinthians em 2013 rumo ao Tottenham. Após passagem apagada no clube inglês, o volante partiu para a China e ficou por lá até 2020. Em 2017/2018, no entanto, cumpriu uma temporada no Barcelona.

O jogador teve passagem histórica no Corinthians, com cinco títulos (Libertadores-2012, Mundial-2012, Brasileiro-2011, Paulista-2013 e Recopa Sul-Americana-2013).

Paulinho está no Brasil e vem treinando no CT do Bragantino, clube por qual teve passagem em 2009 e 2010.

Confira a mensagem de Paulinho:

“Hoje chegou ao fim um dos mais importantes ciclos da minha carreira. Lá em 2015, o Guangzhou Evergrande acreditou em mim, confiou no meu trabalho e o resultado dessa parceria está retratado nos 74 gols, 172 jogos e oito títulos que conquistamos. Foram anos incríveis profissional e pessoalmente, que ficarão guardados na memória com muito carinho. A pandemia alterou profundamente a dinâmica mundial e, no meu caso, infelizmente, provoca minha despedida antecipada do clube. Vou com o peito apertado, mas o sentimento de dever cumprido. Só tenho a agradecer ao clube, aos meus colegas de trabalho e aos amigos que fiz na China. Obrigado Guangzhou Evergrande, obrigado China. Até algum dia!”