A relação entre Palmeiras e Miguel Borja parece cada vez mais estremecida. Conforme revelado pelo técnico Abel Ferreira em entrevista à TNT Sports, o centroavante havia pedido para fazer parte do grupo na reta final da Libertadores como uma 'condição' para que retornasse ao Palmeiras. Porém, o português fechou às portas naquele período, algo que incomodou o atacante.
O ESPN.com.br apurou que Borja não ficou nada contente com a postura do treinador português e não vê com bons olhos um retorno ao clube paulista no meio do ano, quando termina o contrato de empréstimo com o Junior Barranquilla, da Colômbia.
A comissão técnica e a diretoria chegaram a cogitar um aproveitamento de Borja entre o final de 2020 e início de 2021. Porém, a tendência é que o atacante permaneça longe do Brasil até o final do ano.
Por conta disso, deve haver uma 'força-tarefa' entre Palmeiras, o clube colombiano e o estafe de Borja para que o vínculo de empréstimo do atacante seja estendido até o final do ano com o Junior.
No início do mês de março, foi ativada de forma automática a extensão de contrato de Borja com o Palmeiras até o final de 2022. Caso não aconteça a venda do centroavante em definitivo no período, haverá uma nova renovação automática em março de 2022 para que o vínculo vá até dezembro de 2023.
A ideia de todos os envolvidos na negociação é que Borja seja aproveitado ao máximo por conta de dois fatores: convocações à seleção colombiana e a venda em definitivo do atleta. O grande objetivo do atacante é estar na Copa do Mundo do Catar em 2022 com a Colômbia e conseguir um contrato fora da América do Sul.
Borja vive um excelente momento com a camisa do Junior Barranquilla. Em 2021, o centroavante soma seis gols em 11 partidas entre Campeonato Colombiano e Conmebol Libertadores.
