O São Paulo conversa com mais de dez treinadores, todos estrangeiros, até o final desta semana para avaliar o possível substituto de Fernando Diniz. Dessa lista, que tem de 10 a 12 nomes, sendo que nenhum é brasileiro, a intenção é ficar com apenas três.
O avanço das conversas depende do que o clube ouvir. Logo na primeira abordagem, o São Paulo apresenta suas condições financeiras, com o quanto deseja gastar com toda a comissão técnica. Os que não se adequam à essa realidade são imediatamente descartados.
Ao final do processo, ficando com três favoritos, o clube passa a pensar no formato de uma proposta formal aos candidatos. Qualquer um poderá assumir.
São duas as pessoas à frente desse processo: Muricy Ramalho, coordenador técnico tricolor, Carlos Belmonte, homem forte do futebol na gestão do presidente Julio Casares. Rui Costa, substituto de Raí como diretor executivo, ainda não participa dessa escolha.
Para a definição das opções, como já noticiou a ESPN Brasil, o São Paulo quer um técnico que saiba trabalhar com a base. Isso porque, para a próxima temporada, a previsão é de pouco dinheiro à disposição.
A tendência é de contratações apenas pontuais. Ainda assim, caso o clube consiga fazer uma boa venda e abrir mão de alguns nomes que tem custo elevado no atual elenco.
Entre nomes, o do português André Villas-Boas é um dos que está sobre a mesa, mas não o único. Ele já esteve próximo de treinar o clube no passado, depois de deixar o Chelsea. Nesta semana, ele anunciou seu pedido de demissão do Olympique de Marselha.
