Após o Santos reclamar que seu ônibus foi apedrejado na saída de La Bombonera, logo depois do empate por 0 a 0 com o Boca Juniors, pela Conmebol Libertadores, o motorista do veículo negou que isso tenha acontecido.
Em entrevista ao jornal Olé, Darío Rubén Ebertz, que trabalhou por mais de 10 anos como motorista do próprio Boca, afirmou que na verdade a janela foi atingida por um galho que ricocheteou, ficando trincada como consequência do choque.
Conhecido como "Gringo", o motorista ainda reclamou dos atletas do Santos por terem publicado fotos da janela nas redes sociais dizendo que ela havia sido atingida por uma pedra, apesar dele ter explicado a situação aos alvinegros.
"Que não mintam, que não mintam! Não sei por que geram suspeitas nesse sentido, ficam colocando fogo lá no Brasil. Foi um galho!", afirmou.
"Um caminhão com contêiner entrou na minha frente e não saiu, apesar das motos da polícia sinalizaram para ele. Ele bateu em um galho, que depois veio em cima da gente. É só olhar a maneira como o vidro está estilhaçado, naquela área não dá para bater uma pedra e sair", seguiu.
"Eu falei aos brasileiros, quando eles desceram do ônibus, para que eles não dissessem coisas que não aconteceram, falei que não tinha sido uma pedrada. O que acontece é que, logo em seguida, eles começaram a tirar fotos e dizer coisas que não aconteceram. Foi um galho", assegurou.
Curiosamente, Ebertz entende bem de pedradas nas janelas dos ônibus.
Afinal, era ele que estava transportando a equipe do Boca antes da final da Libertadores de 2018.
Na ocasião, o veículo foi atingido por múltiplas pedradas atiradas por torcedores do River Plate, com os estilhaços de vidro machucando vários atletas xeneizes.
Por conta disso, a partida no Monumental de Núñez foi adiada e acabou sendo disputada no estádio Santiago Bernabéu, em Madri.
