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De Messi fora do Barcelona a Cavani no Brasil: os grandes negócios que não saíram no mercado

A janela que acabou de fechar em boa parte da Europa foi menos movimentada do que o habitual por conta do impacto financeiro da pandemia do coronavírus. Porém, não foi por falta de sonho – aliás, sonhos que até pareciam com possibilidade de se materializarem, mas acabaram não indo adiante. Veja os principais negócios que não ocorreram neste mercado:

Messi no City

Em 25 de agosto, Lionel Messi anunciou ao Barcelona que queria sair em meio à tensão com a diretoria. O Manchester City logo surgiu como principal candidato, fez as contas por uma possível transferência, caso o argentino não conseguisse deixar a Catalunha sem custos... e no final, ele ficou. O camisa 10 anunciou em 4 de setembro que permaneceria e alegou que não queria entrar na Justiça contra o clube que ama.

Esta, definitivamente, foi uma das maiores não-transferências da história do futebol.

Cavani no Brasil

Edinson Cavani ficou por mais de três meses oficialmente sem clube. Após o fim do seu vínculo com o Paris Saint-Germain em 30 de junho, seu destino só foi determinado nesta segunda-feira com o anúncio no Manchester United. Neste intervalo, muita gente sonhou – inclusive brasileiros.

Seu nome chegou a ser apontado no Atlético-MG, mas o barulho maior foi envolvendo o Grêmio, sendo que o clube chegou a conversar com o representante do atacante uruguaio, e o jogador até teria ficado impactado com a repercussão do assunto. Os tricolores sabiam da intenção do astro seguir na Europa e, assim, ficaram na espera caso ele acabasse deixando o Velho Continente, o que acabou não ocorrendo.

Depay/Lautaro no Barcelona

Lautaro Martínez no Barcelona talvez tenha sido a especulação mais longa da temporada 2019-20 inteira. Foram inúmeras notícias a respeito, e no fim o argentino seguiu na Inter de Milão, mas foi algo que se tornou completamente compreensível em meio ao cenário de pandemia e o fato de o valor do jogador ser apontado acima dos 100 milhões de euros.

Recentemente, após o acerto de Ronald Koeman com o Barcelona, o nome para o ataque virou Memphis Depay – financeiramente bem mais acessível pelo fato de o seu contrato com o Lyon ir só até o meio de 2021. Porém, nada se concretizou a respeito.

Suárez na Juventus

Outra história envolvendo o Barcelona envolveu um nome que acabou mesmo negociado, mas não para onde parecia ir inicialmente. O acerto de Luis Suárez com o Atlético de Madrid só se deu depois de ele ter ficado perto da Juventus, antes que questões relacionadas a passaporte acabassem representando um impeditivo. No fim, o atacante mudou de clube, mas permaneceu na Espanha.

Sancho no United

Era o potencial negócio mais caro do mercado e que teve diferentes episódios. O Borussia Dortmund chegou a surpreender a todos ao anunciar que havia renovado o contrato do atacante secretamente até 2023, quando se esperava que o vínculo tinha um ano a menos de duração.

Isso não representou qualquer impeditivo para o Manchester United, seu grande admirador e que sonhou com sua chegada até o fim da janela e acabou também sem Ousmane Dembélé, Lucas Ocampos e Kingsley Coman, que tinham aparecido como atlernativas. O Dortmund bateu o pé e não abriu mão de sua pedida de 120 milhões de euros, assim, Sancho segue na Alemanha por pelo menos mais alguns meses.

No fim, chegou o promissor Facundo Pellistri, do Peñarol, de apenas 18 anos. Além disso, Amad Traoré (Atalanta), de também 18 anos, irá ao clube em janeiro.

Houssem Aouar

O meio-campista foi desejado pelo Arsenal, que teve proposta recusada e contratou Thomas Partey, e também esteve ligado ao Paris Saint-Germain. Depois da grande temporada pelo Lyon, semifinalista da última Champions League e que não disputará competições europeias nesta temporada, o cenário sugeria que o atleta teria uma nova equipe ao fim da janela. Sugeria.