O Resenha ESPN segue com tudo – e de casa! E nesta sexta, às 22h (de Brasília), Edu Gaspar é o convidado na ESPN Brasil e no WatchESPN! Em sua primeira temporada como coordenador técnico do Arsenal, ele já vem sendo muito elogiado por conta principalmente de uma contratação: a do brasileiro Gabriel Martinelli. O ex-volante porém, preferiu dividir os méritos.
“Vincularam muito o meu nome com o do Martinelli. Até o Klopp deu uma entrevista nos parabenizando pela ótima contratação e coisa e tal. Mas é muito importante frisar que no futebol ninguém faz nada sozinho. Não existe só uma pessoa só que contrata, não existe uma pessoa só que vende. Existe um processo grande por trás de tudo isso”, disse.
“Eu não acho que primeira que enxergou o Martinelli foi o Edu. Outras pessoas enxergaram antes, depois dessas primeiras pessoas tem outro processo, vai para um scout, depois chega até mim, você faz uma análise, conversa com o treinador e com todo o departamento financeiro... então o processo de contratação é muito longo, o clube acertou no processo de contratação. Não é justo nomear uma pessoa só”, completou.
“Outra coisa: o dossiê do Martinelli é uma coisa absurda. Existem scouts dele desde o sub-13”, finalizou.
Mas fato é que Martinelli vem mesmo se destacando demais. Ele foi contratado junto ao Ituano por cerca de R$ 30 milhões e, mesmo com apenas 18 anos de idade, vem sendo um dos grandes destaques do Arsenal na temporada, já com 10 gols e quatro assistências pela equipe.
Edu, aliás, admite que o bom desempenho tão rápido surpreendeu até o clube.
“Sendo muito honesto, o projeto Martineli não era para o curto prazo, era um pouquinho para mais longo prazo. Mas mérito 100% do atleta. Já na pré-temporada começou fazendo gol, enchendo os olhos. O Unai (Emery, técnico na época) falava que já ia dar jogador. É um menino concentrado, trabalhador, de boa família, gosta de aprender... Que seja assim! Que esses perfis sejam mais vitoriosos”, disse.
Martinelli ainda arrancou elogios de Djalminha e Luizão no programa.
“Eu tive a oportunidade de ver vários jogos. Ele jogava de titular nas Copas. Inclusive no último jogo, que vocês foram eliminados, ele entrou muito bem. Mas você chegar na Inglaterra, com essa idade e sendo um centroavante pequeno... Ele jogou como se estivesse em casa, como se estivesse no Ituano ainda. É um menino que tem muito futuro, até pensando em seleção brasileira aí pela frente”, disse Djalminha.
“Esse menino é fantástico, se esforçou muito para chegar onde chegou. Meu filho jogava com ele e falava que tinha um moleque que jogava muito. Mas quando ele foi para o Ituano, já tinha um pessoal do Arsenal acompanhando ele. Essa contratação foi muito programada, acompanharam muito ele”, contou Luizão.
