O Corinthians campeão brasileiro de 2005 empolgou a torcida e foi alvo de inúmeras polêmicas dentro e fora de campo.
Com a vinda da empresa MSI (Media Sports Investment) foram contratados nomes de peso como Tevez, Roger, Carlos Alberto, Gustavo Nery, Mascherano e Nilmar.
O dia a dia do clube alvinegro, que já despertava bastante interesse do público, passou a ser ainda mais explorado.
Ficou famosa a briga do jovem zagueiro Marquinhos com o atacante Tevez, durante um treino no Parque São Jorge. Mas aquela não foi a única confusão que aconteceu com os “galácticos” naqueles meses.
“Tudo que o acontecia com a gente tomava uma proporção gigantesca. Eram coisas corriqueiras de treino que antes não tinham impacto, mas que viravam crise”, contou o ex-volante Bruno Octávio, ao ESPN.com.br.
Outra briga conhecida foi protagonizada por Tevez e Carlos Alberto, que teria começado porque o argentino teria dado uma entrada desleal no jovem Dinélson (episódio negado pelo próprio jogador à ESPN).
Fábio Costa x C. Alberto
Na partida contra o São Caetano, no Anacleto Campanella, pelo Brasileiro de 2005, o goleiro Fábio Costa brigou com o meia Carlos Alberto.
“Foi um monte de gente para tentar separar e o Bobô levou uma ‘muqueta’ nas costas e nem viu de onde veio. O mais engraçado é que os diretores mandaram ficarem só os dois para se resolverem. Passou um tempo e os caras conversaram. Eles conseguiam se odiarem e se amarem um minuto depois (risos)”, recordou Bruno Octávio.
Marcelinho x Mascherano
Um dos maiores ídolos da história do Corinthians, Marcelinho Carioca voltou ao clube por um breve período em 2006. O que não o impediu de protagonizar uma confusão com o volante argentino Mascherano.
A coisa só não ficou pior porque os jogadores foram contidos pelo volante Paulo Almeida.
“O Marcelinho deu um carrinho por trás e o Mascherano chegou depois 'jantando' (risos). Mas no vestiário ficou tudo certo”, garantiu.
Os jogadores foram suspensos e poucos dias depois Mascherano foi para o West Ham junto com Carlitos Tevez.
C. Alberto x preparador físico
“O Carlos Alberto é uma pessoa sensacional e era muito parceiro da molecada. Mas dentro de campo ele falava muito e colocava a mão nos adversários”.
“O [preparador físico] Ricardo Rosa era o cara mais tranquilo do mundo, mas o Carlos Alberto conseguiu brigar com ele (risos)”.
“Na hora que o Carlos armou o chute, nós fomos separar e eu acabei levado a pior. Depois, os dois pediram desculpas um para o outro”.
