Seleção: veja 10 atacantes que jogaram pelo Brasil no passado e você provavelmente não lembra

Ser atacante da seleção brasileira significa ficar para sempre na memória do torcedor, não é mesmo? Nem sempre. Para cada goleador que faz sucesso com a camisa amarela, existem muitos que ficam pelo caminho, às vezes até na primeira oportunidade.

Depois de listar dez artilheiros bem-sucedidos em clubes, mas que não vingaram pelo Brasil, o ESPN.com.br relembra agora outros dez nomes. Eles vestiram a camisa da seleção entre meados dos anos 90 e 2000, mas provavelmente nem são lembrados pelo torcedor mais atento.

Veja a relação abaixo:

Leandro Machado

Atacante com passagens por Internacional, Valencia, Flamengo e outros tantos clubes, Leandro fez parte da equipe que disputou a Copa Ouro de 1996. Zagallo quis levar jovens com idade olímpica e deu chance ao atacante, que atuou em dois jogos. Fez um gol, na goleada por 4 a 1 sobre o Canadá.

Oséas

O artilheiro grandalhão, na época do Athletico-PR, teve duas oportunidades, também em 1996. Foi titular no amistoso contra Camarões (vencido por 2 a 0, gols de Giovanni e Djalminha) e reserva contra a Bósnia (1 a 0, gol de Ronaldo). Passou com sucesso depois por Palmeiras e Cruzeiro, mas nunca mais voltou à seleção.

Renaldo

No mesmo jogo em que Oséas estreou, Renaldo teve a primeira e única chance com a amarelinha. O artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1996, então no Atlético-MG, substituiu o colega, mas não deixou sua marca contra Camarões, no Pinheirão, em Curitiba. Passou depois por La Coruña, Corinthians e Palmeiras.

Sonny Anderson

Fez sete jogos pela seleção e um gol, justamente na estreia, em amistoso contra a Coreia do Sul (Anderson, do Monaco, substituiu Dodô e garantiu a vitória por 2 a 1). Ganhou chances com Zagallo, Vanderlei Luxemburgo e Emerson Leão, técnico em suas últimas partidas, na Copa das Confederações de 2001.

Christian

Da lista, é quem mais jogou: 11 vezes, entre 1998 e 2001, época em que defendia Internacional e Paris Saint-Germain. Também passou por Palmeiras, Grêmio, Galatasaray, São Paulo (campeão mundial em 2005), Botafogo e Corinthians, mas nunca teve a chance de balançar as redes com a camisa amarelinha.

Fábio Júnior

Ele surgiu como grande promessa do Cruzeiro, foi vendido por 15 milhões de dólares para a Roma e chamou atenção de Luxemburgo, então técnico do Brasil. Fez três jogos, não anotou nenhum gol e ficou pelo caminho na extensa lista de atacantes testados pelo treinador.

Warley

O garoto, que despontou no Athletico-PR e depois passou por São Paulo, Udinese, Grêmio e Palmeiras, jogou quatro partidas pela seleção, todas na Copa das Confederações de 1999, no México. Era reserva de Christian, a quem substituiu duas vezes. Não convenceu Luxemburgo e ficou pelo caminho.

Leandro Amaral

Despontou como candidato a craque na Portuguesa e foi negociado com a Fiorentina, onde não se firmou e perdeu a chance de disputar a Olimpíada de 2000. No ano seguinte, foi lembrado por Emerson Leão para jogar a Copa das Confederações. Atuou cinco vezes, sem balançar as redes. Depois, jogou por Grêmio, São Paulo, Vasco, Fluminense e Flamengo.

Ilan

Outro da lista com passagens por Athletico-PR e São Paulo, foi convocado para a Copa das Confederações de 2003 por Carlos Alberto Parreira. Ao todo, fez três jogos, dois como substituto de Adriano Imperador e um como titular, sem mostrar o mesmo futebol que o consolidou na França.

Fernandão

O capitão dos maiores títulos da história do Internacional (Libertadores e Mundial) atuou somente uma vez pela seleção, em 2005, no amistoso que também marcou a despedida de Romário. Entrou no segundo tempo da vitória por 3 a 0 sobre a Guatemala, no lugar do meia Carlos Alberto, e não teve nova chance.