O Manchester City perdeu para o Liverpool por 3 a 1, mas a derrota foi além das quatro linhas.
Longe de ser uma crise, o resultado escancarou uma série de problemas da equipe, e Barney Ronay, colunista do The Guardian, citou uma: a arrogancia de Guardiola.
"A arrogância de Guardiola é uma das coisas que o torna bem-sucedido. A arrogância de Guardiola também é uma das coisas que o torna vulnerável. Por que você escalaria Angeliño, um lateral esquerdo que nunca esteve em Anfield, que tem quatro jogos na Premier League e se viu diante do ataque mais forte do futebol europeu de clubes pelo lado direito?", disse ele em sua coluna.
Guardiola foi um dos personagens principais da partida, reclamando muito da não utilização do VAR pelo árbitro.
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Sua escalação como um todo não agradou o jornalista inglês, que fez suas críticas: "Que tipo de equipe campeã treinada por Pep Guardiola chega a Anfield para jogar um jogo como esse com um goleiro de reserva irregular, um meio-campo improvisado, os restos de John Stones e um lateral aprendiz?"
Elogios? Para o Liverpool, evidentemente. A contrução do segundo gol dos comandados de Klopp encantou Ronay.
"É a coisa mais difícil de qualquer esporte fazer com que coisas surpreendentemente difíceis pareçam surpreendentemente simples. Com 13 minutos de jogo em Anfield, o Liverpool produziu uma peça de teatro que parecia parar o dia, uma miniatura pequena e perfeita de linhas simples e ousadas, talhadas em campo, como um desenho de Miró. Foram necessários seis segundos, quatro toques e três movimentos diagonais para a bola viajar da lateral direita para a ala esquerda, de volta para a direita, dentro da área, e depois novamente para o canto esquerdo, da rede."
