<
>

Jornal coloca ida de Kaká ao Real como uma das cinco piores transferências da história

Depois de Henrikh Mkhitaryan deixar o Arsenal para ir à Roma por empréstimo, 'acabou se confirmando que o acordo de troca com Alexis Sánchez no começo de 2018, foi uma das piores transferências de todos os tempos', segundo o jornal britânico Daily Star.

No Manchester United, Sánchez não conseguiu mostrar sua forma impressionante dos tempos dos Gunners, e agora também foi emprestado para a Inter de Milão.

Com esta negociação citada para ilustrar alguns fracassos, o períodico resolveu listar as cinco piores transferâncias da história. Veja a seguir:

5 - Kaká (Milan para Real Madrid)

O astro brasileiro ganhou a reputação de ser um dos jogadores mais talentosos do planeta durante seu tempo no Milan, onde conquistou um título do Campeonato Italiano, a Champions League e um prêmio de melhor do mundo.

Com isso, o Real Madrid pagou 60 milhões de libras (R$ 180 milhões na época) para contratá-lo no verão de 2009, sendo a segunda maior compra de todos os tempos.

O período de quatro anos de Kaká no Bernabéu foi marcado por lesões. Depois de marcar apenas 29 gols em 120 partidas, acabou sendo vendido de volta ao Milan em uma transferência gratuita, onde o Madrid pagou apenas bônus relacionados ao desempenho do jogador.

4 - Andriy Shevchenko (Milan para Chelsea)

Outro jogador do Milan, Shevchenko, foi para o Chelsea por 30 milhões de libras (R$ 131 milhões na época) em 2006, tendo marcado 175 gols em 296 jogos pela equipe da Itália.

Mesmo aos 30 anos, havia esperanças extremamente altas para um atacante que havia desempenhado um papel crucial em seu antigo clube, vencendo a Champions League.

No entanto, o ucraniano provou ser um dos maiores fracassos da história da Premier League. Shevchenko jogou apenas 77 vezes pelo Blues, marcando 23 gols, e foi vendido ao Dínamo de Kiev em 2009, depois de retornar brevemente ao Milan por empréstimo.

3 - Andy Carroll (Newcastle para Liverpool)

Carroll entrou em cena no St. James' Park na campanha vitoriosa da Championship de 2009/10, marcando 19 gols no torneio que culminou no título.

Na Premier League, fez 11 gols em seus primeiros 20 jogos, o que atraiu a atenção do treinador do Liverpool na época, Kenny Dalglish.

Os Reds desembolsaram 36 milhões de libras (R$ 120 milhões na época) para contratar o atacante no dia final da janela em janeiro de 2011. Depois de marcar 11 vezes em suas 58 partidas pelo Liverpool, Carroll acabou sendo vendido ao West Ham por 15 milhões de libras (R$ 52 milhões na época).

2 - Jonathan Woodgate (Newcastle para Real Madrid)

Muitos estranharam quando o Real Madrid pensou em Woodgate, do Newcastle, como a resposta para seus problemas defensivos, pagando cerca de 13 milhões de libras pela atleta em 2004.

Seus problemas consistentes de lesão não eram segredo na época, e na verdade, ele estava machucado no momento em que assinou contrato, e até por isso o zagueiro não apareceu nos Blancos em sua primeira temporada.

Woodgate finalmente fez sua estreia em setembro de 2005, e provou ser um 'show de terror completo'. Além de marcar um gol contra no Bernabéu, também foi expulso. Fez 14 jogos pelo clube, antes de ser vendido para o Middlesborough em 2006.

1 - Fernando Torres (Liverpool para Chelsea)

A principal razão pela qual o Liverpool tenha gasto 36 milhões de libras em Carroll é porque eles estavam tentando desesperadamente substituir Torres.

Em uma das transferências mais dramáticas de todos os tempos, o espanhol trocou Anfield por Stamford Bridge por uma taxa recorde britânica de 50 milhões de libras (R$ 133 milhões na época).

Torres era considerado um dos atacantes mais temidos do futebol mundial nesta época, tendo marcado 81 gols em 142 jogos pelo Reds, mas ele não teve sucesso semelhante no Chelsea.

Em 172 jogos pelo Blues, ele marcou 45 gols e ainda ficou marcado por perder um gol claro contra o Manchester United em 2011.