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Há um ano, ele valia R$ 210 milhões e encantava a Bombonera; hoje, virou terceira opção no Boca

Em um ano, o atacante Cristian Pavón, 23, viu sua situação mudar radicalmente. Avaliado em 50 milhões de euros (na época, R$ 210 milhões), ele passou de intocável no Boca Juniors para apenas a terceira opção no elenco e com a saída especulada.

Segundo o diário "Olé", Los Angeles Galaxy ofereceu cerca de 12 milhões de euros (R$ 50 milhões) para contratá-lo.

Nem é necessário afirmar que o valor é bem menos da metade do que o clube argentino colocou como multa para o mercado externo. A oferta foi recusada.

O Boca também não quer tratar do tema antes das oitavas de final da Copa Libertadores. O time xeneize enfrentará o Athletico-PR nos próximos dias 24 (em Curitiba) e 31 (Buenos Aires) pelo torneio continental.

Segundo o "Olé", os representantes do atacante não veem com maus olhos uma possível ida do jogador para a MLS, ainda que há um ano equipes como Arsenal, Paris Saint-Germain, Sevilla, Napoli, Atlético de Madrid e até Barcelona estivessem de olho nele.

O Galaxy é treinado pelo ex-jogador Guillermo Schelotto, com quem Pavón trabalhou no Boca. Os números de quando trabalharam juntos são melhores para o atacante do que os atuais sob o comando de Gustavo Alfaro.

A imprensa local (o "Olé" incluso) veem de forma negativa essa possível mudança. Há um ano, Pavón retornou da Copa do Mundo da Rússia com muita pompa e rodeado de boas expectativas. Foi a participação no Mundial (torneio que a Argentina quase inteira decepcionou; embora ele tenha sido exceção) que fez o clube da Bombonera melhorar o contrato e aumentar a multa.