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Gilmar Rinaldi segue a seleção de perto na Europa como representante de patrocinador

O 7x1 ainda ecoava no auditório da CBF. Gilmar Rinaldi aparecia pela primeira vez diante das câmeras como o coordenador de seleções. Era 23 de julho de 2014, e ao seu lado Dunga era anunciado como a solução para recolocar o time pentacampeão nos rumos.

Dois anos depois, diante dos insucessos nas Eliminatórias e possibilidade de ficar de fora de uma Copa do Mundo pela primeira vez, a dupla que esteve junto na conquista do tetra em 1994 era demitida.

Gilmar está de volta ao convívio da seleção, mas agora numa figura diferente, como presidente do conselho de uma rede de farmácias, que é patrocinadora da seleção brasileira.

Não é a primeira vez que Rinaldi fica próximo ao trabalho, onde esteve por dois anos como homem forte da seleção. Nos amistosos de novembro na Inglaterra, o ex-agente de atletas acompanhou de perto os duelos contra o Uruguai e Camarões.

“Minha filha vive em Madri, aproveito para visitá-la. Checo se as ativações da marca estão corretas, o posicionamento das placas de publicidade”, explica.

Gilmar e Dunga estrelaram uma campanha de marketing durante a última Copa do Mundo, e também estiveram na Rússia ao lado do dono da companhia, uma das onze patrocinadoras da CBF.

Nas cadeiras do Estádio do Dragão, onde a seleção enfrenta o Panamá neste sábado, Gilmar afirma não estar desconfortável com a proximidade com o emprego anterior. “Nada, nada. Até estive ontem lá no hotel resenhando com os caras”, conta.

Além de ser um campeão do mundo pelo Brasil, Gilmar não é um desconhecido no ambiente atual da seleção. “O staff todo que está aí fui eu quem contratou. Apenas uns quatro novos chegaram com o Tite”, finaliza.