Nesta sexta-feira, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, confirmou que o Mundial de Clubes passará por mudanças a partir de 2021.
O torneio passará a ter 24 equipes e será jogado de quatro em quatro anos, mas o cartola não deu detalhes sobre como será a classificação ou modelo de disputa.
De toda forma, a distribuição de vagas deve ser feita da seguinte forma: a Uefa (Europa) ficaria com 8, a Conmebol (América do Sul) com 6, a AFC (Ásia), CAF (África) e Concacaf (América do Norte, Central e Caribe) com 3 cada, além de 1 restante para a OFC (Oceania).
Imaginando que os rankings atuais pudessem servir como base para classificação, veja quem estaria hipoteticamente classificado hoje para a competição na Europa e na América do Sul.
AMÉRICA DO SUL: River Plate, Boca Juniors, Grêmio, Atlético Nacional, Nacional e Peñarol
EUROPA: Real Madrid, Barcelona, Bayern de Munique, Atlético de Madrid, Juventus, Manchester City, Sevilla e Paris Saint-Germain
Vale lembrar que o ranking da Conmebol é feito com base em três fatores: performance na última liga nacional, coeficiente histórico até 2008 e desempenho geral nos últimos 10 anos. Os três números são somados e assim chega-se ao total na classificação.
Neste caso, quem ficaria na "beirada" da classificação são cinco clubes brasileiros, que ocupam, respectivamente, as posições 7 a 11 da lista: Palmeiras, Santos, Cruzeiro, Atlético-MG e Corinthians.
O ranking da Uefa, por sua vez, é feito a partir da análise do desempenho das equipes nas últimas cinco temporadas da Uefa Champions League e/ou Liga Europa.
Atualmente, ficariam de fora clubes como Arsenal (10º), Borussia Dortmund (11º), Liverpool (12º), Manchester United (16º), Chelsea (17º) e Ajax (23º), entre muitos outros.
