Sandro Rosell está preso desde maio de 2017, acusado de bloquear 15 milhões de euros de direitos da seleção brasileira. Um ano e dois meses depois, o dirigente ter sido presidente do Barcelona o prejudicou neste caso.
“Não estou preso por ser presidente do Barcelona, mas se não houvesse sido nunca estaria aqui. Ganhei inimigos como consciência do meu compromisso com o clube, mas não sei a quem causei tanto dano”, declarou ao jornal El Mundo.
Rosell foi mandado a prisão porque existia o risco de fuga, algo que ele falou que nunca faria, apesar da situação pela qual ele vive desde a metade de 2017.
“Me acusam a respeito de um contrato com a seleção brasileira, mas o Brasil não investigou nada nesses últimos 12 anos e Ricardo Teixeira está solto. É inexplicável. Estou há 14 meses em prisão preventiva a espera de julgamento. Não vou fugir, minha intenção é a enfrentar este procedimento e provar minha inocência”, disse o ex-presidente.
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Por fim, ele não se considera um preso político, mas diz que a situação da Catalinha contribue para que ele siga atrás das grades.
