O futebol francês está diante de um movimento que pode fazer nascer mais um gigante para brigar por títulos.
De acordo com informações publicadas pelo jornal L’Équipe, o Paris FC está prestes a ser negociado em um projeto usado que conta com uma parceria entre a Red Bull, que agora conta com Jurgen Klopp como novo diretor global, e a família Arnault, proprietária da marca Louis Vuitton.
Segundo o veículo, o empresário Pierre Ferracci, presidente e acionista majoritário do clube parisiense deverá permanecer com 30% das ações até 2027, quando venderá a totalidade do capital.
Os valores envolvidos na negociação não foram revelados.
O posto de mandatário passará ao grupo comandado pelo bilionário francês Bernard Arnault, CEO da marca de artigos de luxo LVMH, que assumirá 55% das ações.
O grupo da Red Bull, ainda citando a apuração do jornal L’Équipe, assumirá 15% do Paris FC.
O clube lidera a Ligue2, segunda divisão francesa, e deverá receber um forte aporte de até 200 milhões de euros (cerca de R$ 1,2 bilhão) nos próximos anos para reformular o elenco e chegar à disputa da Uefa Champions League.
O projeto foi classificado pelo L’Équipe como “ambicioso e discreto”.
O time foi fundado em 1969, mas logo no ano seguinte se fundiu ao Stade Saint-Germain para dar vida ao hoje conhecido agora como o Paris Saint-Germain. No entanto, a prefeitura da capital à época não apoiou um clube não-parisiense - Saint-Germain-en-Laye é uma comuna (distrito) -, levando à separação entre PSG e o atual Paris FC em 1972.
