Rivellino foi campeão do mundo ao lado de Pelé em 1970 e adversário nos tempos de clubes, nos clássicos entre Corinthians e Santos
Um dos craques que teve o prazer de ser campeão do mundo com a seleção brasileira em 1970 ao lado de Pelé, Roberto Rivellino usou as redes sociais nesta segunda-feira (2) para prestar uma homenagem ao ídolo e amigo.
Rivellino não esteve no velório do Rei do Futebol, que acontece por 24 horas consecutivas entre segunda e terça-feiras (3), na Vila Belmiro. Mesmo assim, fez questão de enviar uma mensagem à memória de Pelé.
"O maior jogador do mundo. Não vai existir outro. Obrigado por existir na minha vida. Você não morreu. Você é eterno. A bola está em pranto", afirmou o ex-jogador, em postagem com diversas fotos dos dois lado a lado e algumas manchetes de jornal (veja a homenagem abaixo).
Rivellino e Pelé foram adversários durante toda a carreira de clubes, com o primeiro sendo cria da base do Corinthians e o segundo sendo grande referência do Santos. Em lados opostos, protagonizaram clássicos incríveis nas décadas de 1960 e 70. Depois, o Rei mudou-se para os Estados Unidos, enquanto Rivellino foi atuar no Fluminense.
Os dois atuaram juntos na seleção brasileira, quando foram dois dos muitos craques que conquistaram a Copa do Mundo de 1970, no México. Na época, Rivellino, que atuava no meio-campo, acabou de certo ponto deslocado para a ponta esquerda, para que todos os grandes jogadores da época pudessem atuar juntos.
Rivellino foi, por sinal, um dos herdeiros de Pelé na seleção. O Rei aposentou-se com a camisa do Brasil em 1971, um ano após o tricampeonato mundial, e deixou o número 10 vaga. Tostão a assumiu imediatamente, mas foi justamente Riva que a usou nas Copas seguintes, em 1974 e 1978.
