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Copa do Mundo: de recorde de CR7 a 'imbatíveis', veja curiosidades das seleções já garantidas no Qatar

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Copa do Mundo do Qatar conhecerá seus grupos nesta sexta-feira (1); veja curiosidades sobre as seleções já classificadas


A Fifa vai sortear na próxima sexta-feira (1), às 13h (de Brasília), os grupos da Copa do Mundo de 2022. O evento onde serão conhecidas as oito chaves com as 32 seleções distribuídas, acontecerá em Doha, no Qatar, país-sede.

Diante deste cenário, o ESPN.com.br, separou uma curiosidade de cada um dos 28 times já classificados - a seleção brasileira é a 29ª - e que podem esbarrar ou não com o Brasil na briga pela hexacampeonato, seja na primeira fase ou no mata-mata.

Alemanha

A seleção alemã foi a primeira a garantir classificação para o Mundial do Qatar. A grande expectativa da seleção é no técnico Hansi Flick. Ele assumiu o cargo após a demissão de Joachim Löw, que ficou 15 anos no comando da equipe germânica.

Arábia Saudita

A seleção da Arábia Saudita disputará a sua segunda Copa do Mundo consecutiva e tenta repetir feito que conquistou lá atrás, em 1994, ano do tetracampeonato da seleção brasileira: chegar às oitavas de final da competição. Esta, até hoje, segue como a melhor campanha do país em Mundiais.

Argentina

Atual campeã da Copa América, a Argentina detém a maior série invicta de todas as seleções até o momento. Sem perder há 1001 dias, a equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni soma 31 jogos sem saber o que é derrota.

Bélgica

Após o bom desempenho na Copa do Mundo de 2018 na Rússia, a seleção belga disputará mais uma vez a competição e segue com jogadores badalados entre os convocados. Porém, diferentemente da última edição, Eden Hazard não é mais o grande nome da Bélgica. O meia do Real Madrid vem sendo ofuscado por outros companheiros, incluindo o seu irmão mais novo, Thorgan Hazard, que vem em melhor momento.

Camarões

A seleção camaronesa, que ficou de fora da Copa 2018, volta a disputar um Mundial e jogará a sua oitava Copa do Mundo na história. É o time africano com mais participações na competição. Camarões disputou as edições de 1982, 1990, 1994, 1998, 2002, 2010 e 2014.

Canadá

A seleção do Canadá nunca ganhou um jogo de Copa do Mundo. O time só disputou o Mundial uma única vez, em 1986. Na ocasião, disputou três jogos e perdeu todos.

Qatar (país-sede)

Cinco jogadores brasileiros e naturalizados cataris já defenderam a seleção do Qatar: o ex-atacante Emerson Sheik, os meias Fábio Montezine (ex-São Paulo) e Rodrigo Tabata (ex-Santos) e Araújo (ex-Fluminense, Goiás e Cruzeiro), além do atacante Rodrigo Oliveira (ex-Atlético-MG). Dentre eles, Tabata pode, inclusive, ser convocado para a esta edição da Copa do Mundo.

Coreia do Sul

A seleção da Coreia do Sul é comandada por um velho conhecido da torcida do Cruzeiro. Trata-se do português Paulo Bento, que treinou o time mineiro de maio a julho de 2016. Pela seleção o técnico já disputou 43 jogos, com 28 vitórias, dez empates e cinco derrotas.

Croácia

Atual vice-campeã mundial terá uma de suas principais peças em campo pela última vez no Qatar. Eleito melhor jogador em 2018, Luka Modric, de 36 anos, já anunciou que disputará a sua última Copa do Mundo com a camisa de sua seleção.

Dinamarca

A Dinamarca vive a expectativa para a disputa de mais um Mundial, mas sobretudo por conta do meia Christian Eriksen. De volta ao futebol após sofrer um problema cardíaco, em plena Euro 2020, o jogador retornou recentemente à seleção dinamarquesa e existe uma enorme expectativa quanto a isso.

Espanha

A seleção espanhola tem um novo camisa 10. Pedri, de apenas 19 anos, é a grande aposta da Fúria para o Mundial do Qatar. O meio-campista, que disputa a segunda temporada no time principal do Barcelona, está sendo tratado pela imprensa europeia como o ''novo Iniesta''.

Equador

O Equador assim como a Venezuela, que ficou de fora do Mundial do Qatar, são as únicas seleções que não faturaram uma Copa América.

Estados Unidos

A classificação para o Qatar 2022 marca o retorno dos Estados Unidos para uma Copa do Mundo depois que a ausência na Rússia quebrou uma sequência de sete Mundiais sequidos da seleção. Até hoje, o país sonha repetir o que fez em 1930, quando foi semifinalista. Desde então, contudo, o máximo que conseguiu foi chegar às quartas em 2002 - em suas duas últimas participações, caiu nas oitavas.

França

Em um dos melhores momentos de sua carreira, principalmente após entrar para a história ao notar um hat-trick nas oitavas de final da Champions League pelo Real Madrid e eliminar o estrelado PSG, o atacante Karim Benzema promete ser um dos grandes nomes da Copa do Mundo de 2022.

O francês, que voltou à seleção após um hiato de seis anos, já que ficou suspenso após uma polêmica envolvendo o seu ex-companheiro Vlabuena, buscará o único grande título que falta em sua carreira. Isto porque ele estava ausente na campanha do bicampeonato, em 2018, na Rússia.

Gana

Depois de ficar de fora do Mundial da Rússia em 2018, Gana está de volta à Copa do Mundo. A seleção teve a sua melhor campanha em 2010, quando fez história ao chegar nas quartas de final, mas acabou derrotada nos pênaltis para o Uruguai, em um jogo dramático, que ficou marcado pela mão de Suárez que salvou a seleção celeste no último minuto.

Holanda

Depois de ficar de fora da Copa da Rússia em 2018, a Holanda tem como triunfo o experiente técnico Louis van Gaal, que deixou a aposentadoria de lado para assumir o time em agosto de 2021, após a demissão de Frank de Boer.

O veterano técnico holandês, que saiu invicto da Copa de 2014 no Brasil, ainda não perdeu nesta terceira passagem pela seleção, já são 9 partidas até o momento com 6 vitórias e 3 empates.

Inglaterra

Apenas um jogador do atual elenco inglês não disputa a Premier League. Trata-se do meio-campista Jude Bellingham, que defende o Borussia Dortmund.

Irã

A seleção iraniana nunca avançou para o mata-mata de uma Copa do Mundo em toda a sua história. Até o momento, em todas as suas cinco participações (1978, 1998, 2006, 2014 e 2018), caiu na primeira fase.

Japão

Desde que disputaram um Mundial pela primeira vez, em 1998, a seleção japonesa nunca mais ficou de fora da competição. Em três oportunidades (2018, 2010 e 2002) chegaram até as oitavas de final. Nesse período, conquistaram três títulos asiáticos e se firmaram como a seleção mais vitoriosa de seu continente no século.

Marrocos

O técnico Halilhodzic conta com jogadores de clubes importantes da Europa, como por exemplo o trio do Sevilla: o goleiro Bono e os atacantes Youssef En-Nesyri e Munir. Mas o grande destaque da seleção marroquina é o laterl-direito Achraf Hakimi, do Paris Saint-Germain.

México

Com a classificação para a Copa do Mundo no Qatar, o México entrou para um grupo que tem apenas outras cinco seleções: as que estão presentes em todos os Mundiais desde 1994. Além dos mexicanos, também é o caso de Brasil, Alemanha, Argentina, Espanha e Coreia do Sul.

Polônia

A grande novidade é o técnico Czeslaw Michniewicz, que assumiu o comando da seleção após a saída de Paulo Sousa para o Flamengo.

Já Robert Lewandowski, ''velho'' conhecido, disputará o seu segundo Mundial seguido e certamente será uma grande atração do torneio. Afinal, é o ganhador do prêmio Bola de Ouro por duas temporadas e o maior artilheiro do mundo por vários anos. No futebol atual, não tem ninguém que faça mais gols do que o polonês: 45 gols em 37 jogos na temporada, seja pelo Bayern de Munique ou defendendo o seu país.

Portugal

A Copa do Mundo do Qatar será a 5ª da carreira de Cristiano Ronaldo, que pode ultrapassar um recorde de Pelé. Assim como o Rei, CR7 marcou pelo menos um gol em quatro mundiais seguidos. Pelé balançou as redes nas Copas de 1958 (6 gols), 1962 (1 gol), 1966 (1 gol) e 1970 (4 gols). Já Ronaldo marcou 1 gol em 2006, 2010 e 2014 e 4 gols na Copa de 2018.

Senegal

'Senegal galáctico' é apontada como uma das principais seleções do continente africano. Depois de vencer o Egito, de Salah, nos pênaltis, nas eliminatórias, o time de Sadio Mané e de Edouard Mendy vai disputar agora o terceiro mundial de sua história, o segundo seguido.

Sérvia

Após uma boa campanha nas eliminatórias, os sérvios chegam à Copa do Qatar com mais protagonistas do que teve na Rússia. Além das evoluções de Dusan Tadic, Aleksandar Mitrovic e Filip Kostic, Dusan Vlahovic aparece como grande promessa do futebol do país.

Depois de se destacar no Campeonato Italiano pela Fiorentina, o centroavante sérvio despertou interesse de gigantes como Manchester City, Tottenham, Arsenal e Borussia Dortmund e acabou comprado pela Juventus por 70 milhões de euros (R$ 420,7 milhões) em janeiro.

Suíça

A Suíça deve seguir a sua costumeira solidez defensiva, que atrapalhou os planos do Brasil na estreia da Copa da Rússia (1 a 1 na ocasião).

Um fato curioso é que antes disso, em 2006, os suíços até foram eliminados do Mundial do Alemanha, mas caíram de forma invicta e sem ser vazada. É a única seleção da história até então que conseguiu tal feito. Depois de empatar em 0 a 0 França, vencer Togo e Coreia do Sul por 2 a 0, o Suíça acabou eliminada pela Ucrânia, nos pênaltis por 3 a 0, após 0 a 0 na prorrogação.

Tunísia

A seleção tunisiana se classificou para a sua sexta Copa do Mundo, a segunda seguida. Os experientes Ali Maâloul, Ellyes Skhiri, Wahbi Khazri e Youssef Msakni são os figurões do time comandado por Jalel Kadri. A expectativa fica por conta do garoto Hannibal Mejbri, de apenas 19 anos, joia da base do Manchester United.

Uruguai

A Copa do Qatar será a última dos atacantes Luis Suárez, do Atlético de Madrid, e de Edinson Cavani, do Manchester United, ambos com 35 anos. Luisito, maior goleador da seleção, com 67 gols, e Cavani faturaram juntos o título da Copa América de 2020/11 com a camisa celeste e marcaram uma geração que recolocou o Uruguai no mapa do futebol mundial.