Após um primeiro final de semana dos sonhos na Austrália, a Mercedes mostrou que segue muito superior às outras equipes na Fórmula 1 e fez os melhores tempos no treino livre do GP da China.
O britânico George Russell foi o mais rápido em Xangai, com 1:32.741, seguido de perto pelo italiano Kimi Antonelli, que foi um décimo mais lento que o companheiro de equipe.
Na sequência vieram as McLarens de Lando Norris e Oscar Piastri, seguidas das Ferraris de Charles Leclerc e Lewis Hamilton (este, 1,3 segundo acima de Ruseell). Oliver Bearman, Max Verstappen, Nico Hulkenberg e Pierre Gasly completaram o top 10.
O brasileiro Gabriel Bortoleto ficou em 12°, pouco mais de um décimo abaixo de Hulkbengerg, e fez um sessão segura, sem maiores sobressaltos.
Como normalmente acontece nos treinos livres, os tempos foram consideravelmente altos nas primeiras voltas, em que quase todos os corredores estavam de pneus médios. Desde o início, porém, Russell e Antonelli despontavam na frente, com algumas curtas interferências de Leclerc na dobradinha.
Apenas nos últimos dez minutos a maioria dos pilotos foi para a pista com pneus macios. Nesse cenário, a Mercedes teve um domínio ainda maior, tendo ambos os carros sete décimos mais rápidos que as McLarens e Ferraris e mais de um segundo e meio em relação às outras equipes.
Assim como no final de semana na Austrália, os seus carros da Williams, Aston Martin e Cadillac foram os que apresentaram mais problemas, com bem menos voltas na pista e um tempo consideralvemente pior que os concorrentes.
Além deles, o britânico Arvin Lindblad, uma das sensações da primeira corrida da temporada, precisou abandonar os treinos após poucas voltas por conta de um problema no carro.
Com apenas uma sessão de treino livre, as equipes tiveram bem menos tempo para fazer os ajustes necessários e definir a estratégia para o final de semana em Xangai, que tem características bem diferentes em relação a Melbourne.
O GP da China tem uma grande reta, de quase um quilômetro, além de um estilo diferente nas curvas e exigência dos motores, pneus e, agora, da bateria. Com várias curvas de baixa velocidade, os pilotos terão mais oportunidades para recarregar as baterias durante as frenagens que no Albert Park, na estreia da temporada.
Por isso, as equipes também precisarão usar a classificação e corrida sprint, bem como o qualificatório geral para coletar dados sobre o comportamento dos carros neste novo regulamento da categoria.
Programação do GP da China:
Sexta-feira (13 de março)
Classificação Sprint: 4h30 (de Brasília)
Sábado (14 de março)
Corrida Sprint: 0h (de Brasília)
Classificação: 4h (de Brasília)
Domingo (15 de março)
Corrida: 4h (de Brasília)
Onde assistir ao GP da China de Fórmula 1?
O Grande Prêmio da China, disputado no Circuito Internacional de Xangai, terá transmissão do SporTV (TV fechada), do Globoplay (streaming) e da F1TV (streaming).
Classificação atualizada da Fórmula 1:
George Russell (Mercedes): 25 pontos
Kimi Antonelli (Mercedes): 18 pontos
Charles Leclerc (Ferrari): 15 pontos
Lewis Hamilton (Ferrari): 12 pontos
Lando Norris (McLaren): 10 pontos
Max Verstappen (Red Bull Racing): 8 pontos
Oliver Bearman (Haas): 6 pontos
Arvid Lindblad (Racing Bulls): 4 pontos
Gabriel Bortoleto (Audi): 2 pontos
Pierre Gasly (Alpine): 1 ponto
Esteban Ocon (Haas): 0 ponto
Alexander Albon (Williams): 0 ponto
Liam Lawson (Racing Bulls): 0 ponto
Franco Colapinto (Alpine): 0 ponto
Carlos Sainz (Williams): 0 ponto
Sergio Pérez (Cadillac): 0 ponto
Lance Stroll (Aston Martin): 0 ponto
Fernando Alonso (Aston Martin): 0 ponto
Valtteri Bottas (Cadillac): 0 ponto
Isack Hadjar (Red Bull Racing): 0 ponto
Nico Hulkenberg (Audi): 0 ponto
Oscar Piastri (McLaren): 0 ponto
Palpite para o GP da China:
Leonardo Pratt:
1. George Russell
2. Max Verstappen
3. Lewis Hamilton
4. Charles Leclerc
5. Oscar Piastri
9. Gabriel Bortoleto
Rafaela Plachi:
1. George Russell
2. Charles Leclerc
3. Lewis Hamilton
4. Max Verstappen
5. Kimi Antonelli
8. Gabriel Bortoleto
