O goleiro Alisson, 26, precisou entrar em ação pouquíssimas vezes nesta terça-feira, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA). Do gol, o camisa 1 viu a Venezuela segurar o ataque da seleção brasileira e arrancar empate por 0 a 0 em jogo válido pela segunda rodada da Copa América.
O companheiro de posição, Wuilker Faríñez, trabalhou até menos esta noite do que no jogo contra o Peru. Após a partida, Alisson explicou por que o Brasil não conseguiu agredir tanto o goleiro rival.
"Quando jogam contra a gente, todos se preocupam muito mais em defender do que atacar. A Venezuela buscou muito mais jogar contra a seleção peruana, se expôs mais e deu chance. Hoje, fez um trabalho defensivo muito bom. A gente criou. O fato de o goleiro não ter feito defesas não fala sobre as oportunidades que criamos. Pecamos nas finalizações e no último passe", falou.
O atleta do Liverpool ainda admitiu que a equipe precisa melhorar muito ainda. "Temos que estar em constante crescimento. No futebol de hoje, é ilusão achar que a seleção brasileira vai entrar em campo e golear todo mundo. A camisa não vence sozinha. É muito equilibrado", encerrou.
Com o resultado desta terça, o Brasil encerra a segunda rodada na liderança do Grupo B, com os mesmos quatro pontos do Peru, que venceu a Bolívia no começo da noite. A seleção volta a campo no sábado, às 16h00 (de Brasília), na Arena Corinthians, em confronto decisivo com a equipe de Guerrero e Cueva.
