Guga, Rafael Nadal, Thomaz Bellucci, Juan Carlos Ferrero e Fernando Meligeni foram apenas alguns dos grandes nomes do tênis que viveram momentos inesquecíveis na Costa do Sauípe, resort na cidade Mata de São João na Bahia, que sediou o Brasil Open de 2001 a 2011.
No início dos anos 2000, esse era o único torneio de nível ATP no país. A partir de 2012 ele passou a ser disputado em São Paulo, capital. Em 2014, a competição deixou de ser a maior do Brasil com a criação do Rio Open, que dá 500 pontos ao campeão no ranking mundial da ATP.
Em 2019, o Brasil Open saiu do calendário da elite do tênis.
Agora, a Costa do Sauípe coloca o Nordeste de volta ao mapa com um ATP Challenger 125 previsto para a semana do dia 19 a 26 de outubro. O novo torneio em terras baianas, também disputado em quadras de saibro, terá uma premiação total de US$ 200 mil (algo em torno de 1 milhão e 150 mil reais) e 125 pontos no ranking da ATP ao campeão, se tornando a segunda maior competição de tênis do Brasil.
Além da Costa do Sauípe, atualmente o país já recebe cinco challengers: em Piracicaba-SP e Curitiba, ambos de nível 100, em Campinas-SP, de 75, e, por fim, em Porto Alegre-RS e Santos-SP, de nível 50.
No início do século, o ATP Tour em Sauípe viu Gustavo Kuerten conquistar o título em 2002 e 2004, sendo esta sua última taça na carreira. Em 2005, um jovem promissor chamado Rafael Nadal brilhou nas quadras do complexo baiano. Thomaz Bellucci disputou sua primeira final de ATP da carreira no Sauípe, em 2009.
Para receber o novo Costa do Sauípe Open, o complexo de tênis passa por uma completa modernização, acompanhando as renovações do resort. Com uma quadra central e cinco quadras secundárias de saibro para o torneio, além de outras cinco rápidas, a estrutura oferecerá condições de alto nível para jogadores e público.
