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Você sabe como é a fórmula de disputa da Copa do Mundo de Rugby?

A cada quatro anos, o troféu Willian Webb Ellis é o objeto mais desejado do universo do rugby. Afinal, o que está em disputa é nada menos do que a Copa do Mundo de Rugby, disputada desde 1987. E o troféu é uma homenagem ao “criador” do esporte, que surgiu na cidade inglesa de Rugby, em 1823.

Desejado por muitos, conquistado por poucos. Até agora, ele carrega as placas referentes aos títulos de apenas quatro países: Nova Zelândia (1987, 2011 e 2015), Austrália (1991 e 1999), África do Sul (1995 e 2007) e Inglaterra (2003).

O modelo consagrado do segundo maior evento esportivo do planeta é formado por 20 seleções, divididas em quatro grupos. Os dois primeiros de cada grupo avançam para as quartas de final, quando se inicia a fase eliminatória.

Os grupos da Copa do Mundo de 2019 são:

  • Grupo A – Irlanda, Escócia, Japão, Rússia e Samoa

  • Grupo B – Nova Zelândia, África do Sul, Itália, Namíbia e Canadá

  • Grupo C – Inglaterra, França, Argentina, EUA e Tonga

  • Grupo D – Austrália, Gales, Geórgia, Fiji e Uruguai

O torneio tem início em 20 de setembro, com o anfitrião Japão encarando a Rússia no Tokyo Stadium, e se estende até a grande final, marcada para 2 de novembro, no Yokohama Stadium.

Ao todo, 12 estádios receberão os jogos da Copa do Mundo, espalhados pelas cidades de Kumagaya, Sapporo, Toyota, Kobe, Fukuoka, Kumamoto, Oita, Osaka, Shizuoka, Yokohama, Kamaishi e Tóquio.

Os horários de transmissão aqui no Brasil serão sempre nas madrugadas e manhãs, com jogos realizados entre 1h45 e 7h15 (de Brasília). Pela primeira vez, a Rugby World Cup será disputada na Ásia. Dono da casa, o Japão jamais passou da primeira fase da competição.

O planejamento para a competição foi concluído há 12 meses. Toda a logística de infraestrutura das seleções, estádios e recepção aos turistas ocorreu dentro dos prazos estipulados pela World Rugby, a entidade máxima do esporte.

A ESPN transmite as edições da Copa do Mundo de Rugby desde 2003. O fã de esporte já pôde ver Jonny Wilkinson marcando o ponto que deu o título à Inglaterra na prorrogação, em 2003; a máquina de jogar Springbok, da África do Sul de 2007, com Victor Matfield, Fourie du Prezz e Bryan Habanna; e o reinado dos All Blacks, da Nova Zelândia, nos Mundiais de 2011 e 2015, tendo como protagonistas dois gênios do rugby mundial: o capitão Richie McCaw e o maior abertura da era moderna do rugby, o camisa 10 Dan Carter.

Ao longo das próximas semanas, contarei histórias das Copas e farei uma análise das seleções candidatas ao título, destacando seus principais jogadores e treinadores. E mais: durante a competição, tudo sobre os principais jogos, os protagonistas, quem surpreenderá, enfim, um espaço totalmente dedicado para mais um capítulo do rugby nos canais ESPN e no WatchESPN.