Já é de conhecimento público que Valter Walker não pretende acelerar seu caminho até o topo do UFC. O brasileiro já destacou que não se sente preparado sequer para enfrentar adversários ranqueados no momento.
Em franca ascensão na entidade, porém, o peso-pesado carioca parece disposto a fazer concessões ao Ultimate. Em entrevista ao portal Ag. Fight, o ‘Caçador de Pés’ citou dois nomes que estão acima dele no ranking que aceitaria enfrentar na próxima rodada: Tai Tuivasa e Mick Parkin.
“Eu vou pegar o caminho estreito. Dancei a música deles (UFC), eles dançam um pouco a minha música. É mão de lá, mão de cá. Quer me dar um ranqueado? Beleza. Pode ser o Tai Tuivasa ou Mick Parkin. Dois nomes”, comentou.
Valter é o atual 14º do ranking dos pesos-pesados do UFC. Tuivasa e Parkin ocupam a 12ª e 13ª posição, respectivamente.
“‘Ah, não? Tem que ser esse aqui’. Esse aí não dá não, estou lesionado. Me machuquei. Minhas costas estão doendo, não estou conseguindo não. ‘Ah, vai ser esse aqui fora do ranking’. Recuperei, Deus operou um milagre mais uma vez”, destacou o brasileiro, de forma bem-humorada.
Walker segue com a ideia de dar pequenos passos no UFC. Após vencer Louie Sutherland, o brasileiro comentou que não queria estar no ranking. O lutador tem um planejamento a longo prazo.
“Eu não quero nem estar no ranking. Por favor, me tirem do ranking. Estou pronto para sair do ranking. Não estou pronto para ser o campeão. Se o UFC quer a melhor versão do Valter Walker, um Valter Walker campeão conquistando três nações ao mesmo tempo, vai ser quando eu tiver uns 30, 31 anos, pois estarei pronto psicologicamente e com a musculatura madura”, disse.
Por mais que já trace planos para seu futuro na organização, Valter só deve voltar a pisar no octógono mais famoso do mundo na próxima temporada. Afinal de contas, o brasileiro revelou nesta semana que se lesionou no combate contra Louie Sutherland.
Com uma aparente fratura na perna esquerda, o ‘Caçador de Pés’ ficará cerca de cinco a seis semanas de molho – prazo que praticamente inviabiliza uma volta à ativa ainda em 2025.
