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Cheyanne Vlismas, joia do UFC, anuncia aposentadoria precoce por motivo inusitado: 'Não posso fazer isso'

O instinto materno falou mais alto que o sonho de alcançar o topo de sua carreira como lutadora para Cheyanne Vlismas. Aos 30 anos de idade recém-completados, a peso-palha (52 kg) do UFC decidiu colocar um ponto final na sua trajetória no MMA para se dedicar à maternidade em tempo integral. Segundo ela, deixar os filhos por um camp é inviável: "Não posso fazer isso".

O anúncio da aposentadoria foi feito pela própria americana, através do seu perfil oficial no Instagram. Na publicação, ela destacou a vontade de colocar seus dois filhos em primeiro lugar a partir de agora, sem precisar dividir as atenções com a rotina de atleta, mas reconheceu que foi uma decisão difícil de ser tomada.

“A partir de hoje, eu estou oficialmente aposentada", anunciou Vlismas, reiterando que fez a escolha com muita "dor no coração". "Mas isso é algo que eu preciso fazer, por mais difícil que seja. Meus filhos sempre vão ser colocados em primeiro lugar. Eu não consegui realizar todos os meus sonhos, mas eu cheguei ao mais alto nível, e agora escolhi dar tudo de mim para ser uma mãe", continuou a agora ex-atleta.

Antes de priorizar a função de mãe, a lutadora era vista como promissora no MMA. Contratada pelo UFC após se destacar no programa ‘Contender Series’ - do presidente Dana White, a americana encerra sua caminhada na maior organização do mundo com duas vitórias e duas derrotas, além de dois bônus de performance conquistados. No total, o cartel tem sete triunfos e três reveses como profissional.

"Depois de ter meu segundo filho, meu tempo é muito limitado. Eu não sou capaz de dar 100% aos meus treinos sem dar menos de mim mesma para os meus bebês", ressaltou Vlismas, reforçando que a chegada de mais um filho minou, e muito, o tanto que conseguia 'balancear' a vida de atleta com a maternidade.

A lutadora tem apenas 30 anos, idade considerada relativamente jovem no MMA; assim, fãs especularam se um retorno no futuro poderia ser possível, mas ela rechaçou. "Minha decisão se resumiu a: eu poderia deixar meus filhos por dois meses para um camp de treinamentos? Simplesmente não posso fazer isso", declarou.