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No boxe, Anderson Silva ganhou mais dinheiro por luta que em metade de sua carreira no UFC

Neste sábado, Anderson Silva fará sua quarta luta no boxe profissional. Depois de chocar o mundo e vencer o ex-campeão Julio César Chavez Jr em junho deste ano, o Spider irá enfrentar Tito Ortiz no mesmo evento em que Vitor Belfort terá pela frente Evander Holyfield.

A luta será a segunda do brasileiro em um ringue após sua aposentadoria do UFC - as duas primeiras foram antes dele migrar para o MMA, ainda em 1998 e 2005. Em sua primeira luta, Anderson teve ganhos que demorou mais de 7 anos para começar a ter na organização de Dana White.

Contra Julio César Chavez Jr, Spider arrecadou U$ 500 mil da bolsa mais U$ 100 mil pelo adversário não ter batido o peso. Além disso, ainda recebeu uma fatia dos lucros de pay-per-view, que não foi divulgada. Considerando apenas os U$ 600 mil divulgados, o brasileiro recebeu essa quantia pela primeira vez, que estreou no UFC em junho de 2006, apenas em julho de 2013.

Foi no UFC 162, contra Chris Weidman, que Anderson Silva recebeu exatos U$ 600 mil. Daí em diante, só recebeu menos de U$ 600 mil em uma oportunidade, mas por conta de uma punição.

No UFC 168, voltou a receber exatos U$ 600 mil quando se machucou de maneira horrorosa na revanche contra Weidman. No seu retorno ao octógono, 2 anos depois, em janeiro de 2015, deveria ter feito a maior bolsa de sua carreira até então.

Originalmente, Spider recebeu U$ 800 mil, mas teve U$ 380 mil deduzidos de sua bolsa após ser pego em exame antidoping, ficando com apenas U$ 420 mil.

Na sequência, recebeu U$ 665 mil contra Bisping em 2016, U$ 620 mil no UFC 2000 contra Cormier, U$ 820 mil, sua maior premiação na carreira, no UFC 208 contra Brunson, U$ 670 mil no UFC 234 contra Adesanya e U$ 620 mil no UFC 237 contra Cannonier e em sua despedida, em 31 de outubro de 2020, contra Urijah Hall.