A CBF debate uma possível desconvocação de Antony para os jogos da seleção brasileira contra Bolívia e Peru, pelas eliminatórias, nos próximos dias.
A entidade entende que os detalhes da acusação de agressão da ex-namorada do jogador, divulgadas nesta segunda-feira em reportagem do UOL, são graves e demandam um posicionamento.
Uma corrente que ganha cada vez mais adeptos na cúpula da confederação defende que o mesmo expediente utilizado com Lucas Paquetá - não convocado para focar em sua defesa no caso de apostas na Inglaterra - precisa ser adotado. Daquela vez, porém, a decisão foi tomada pelo técnico Fernando Diniz. No caso de Antony, a bola está com o presidente Ednaldo Rodrigues.
Procurados pelo ESPN.com.br, integrantes da diretoria da CBF argumentaram que uma decisão ainda não foi tomada porque a entidade só tomou conhecimento das novas provas após a publicação da reportagem. Ao mesmo tempo, Ednaldo ainda não viajou para Belém, onde está Diniz e estafe da seleção.
O presidente acompanha sua esposa em tratamento médico em São Paulo é só chegará à capital do Pará na madruga de segunda para terça-feira.
Entendendo a urgência do caso, os envolvidos não descartam que uma decisão sobre a situação de Antony seja tomada antes da chegada do mandatário da CBF à cidade que receberá o duelo entre Brasil e Bolívia na sexta-feira.
